quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Reunião Ordinária do Depto de História
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
Convocação
De ordem da Chefe do Departamento de História, Profª. Maria Emília
Monteiro Porto, convocamos Vossa Senhoria a participar da Reunião
Ordinária, com a Chefia do Departamento, a realizar-se:
Dia: 18/12/2008 (quinta-feira)
Horário: 14 h
Local: Sala C-5 – Setor II
PAUTA:
1. Homologação dos Processos do Concurso Público
2. Relatórios de Projetos de Extensão:
a. Projeto para construção do Memorial do Colégio Marista Santo Antônio.
Coordenador: Maria da Conceição Fraga.
Relator: Fátima Lopes
b. Organização do Acervo Documental da Arquidiocese de Natal. Coordenador:
Margarida Maria Dias.
Relator: Paulo Possamai
c. Criando acessibilidade para as informações: banco de dados e
digitalização do acervo do Setor Fundiário da SEHARPE. Coordenador:
Margarida Maria Dias
Relator: Aurinete Girão
3. Relatórios de Eventos de Extensão:
a. II Encontro Internacional de História Colonial - "A experiência
colonial no Novo Mundo - séculos XVI a XVIII". Coordenador: Fátima Lopes
Relator: Almir Bueno
b. Do meu lugar vejo e construo um novo espaço: os agentes sociais que
constroem a UFRN. Coordenador: Margarida Maria Dias
Relator: Zoroastro Cardoso
4. Relatórios de Cursos de Extensão:
a. Livros didáticos de História: escolhas e utilizações. Coordenador:
Margarida Maria Dias.
Relator: Zoroastro Cardoso
b. Por uma história das 'Histórias em Quadrinhos': teoria, metodologias,
dinâmicas e o exame do caso 'Conan, o Bárbaro'. Coordenador: Renato Amado.
Relator: Almir Bueno
5. Edital professor Visitante
6. Projeto Vivência Universidade: proposta de Zoroastro como coordenador.
7. Livros doados ao Departamento: destino
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Novo Número da Segurança do Campus
recebemos um e-mail informando a mudança do número da segurança do Campus da UFRN. Segue abaixo o texto na íntegra:
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Divulguem para seus conhecidos e tenha o número sempre a mão!
08000 84 2050
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
PLENÁRIA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
Dia: 12/11/2008 (quarta-feira)
Horário: 14 h
Local: Sala C-5 – Setor II
PAUTA:
1. Orientação Acadêmica;
2. Proposta do Centro Acadêmico, referendada pelo Prof. Luiz Eduardo Suassuna, de homenagem ao Prof. Clyde Smith dando seu nome ao Auditório do Curso de História (sala C-5) ou ao NEH;
3. Apresentação de Plano de Ação do NEHAD por Raimundo Nonato;
4. Homologação de processos:
- Ad referendum Projeto Evento Extensão “A formação continuada de professores: a experiência do PDE no Paraná”
5 - Progressão Horizontal Helder. Parecer Aurinete
6 -Projeto Vivência Universidade
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
II Semana de Estudos Históricos em 2009
terça-feira, 7 de outubro de 2008
CEB - 10/10 - 16hs30
Estou compartilhando o e-mail enviado hoje pelo DCE:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DA UFRN
CONVOCATÓRIA
O Diretório Central dos Estudantes da UFRN, através desta, convoca todas as entidades de base da UFRN (CAs, DAs e conselhos de residência) ao Conselho de Entidades de Base a ser realizado dia 10 de outubro (sexta-feira), na sala dos colegiados da reitoria, a partir das 16h30min.
Pontos de Pauta:
1.Caravana da Saúde
2.Congresso dos Estudantes da UFRN - CONEUF
3.Transporte
4.Informes sobre Coneb, Fórum Social Mundial, Bienal, etc.
Atenciosamente,
BRUNO DA COSTA FERREIRA
Coordenação de Organização Estudantil do DCE UFRN
domingo, 21 de setembro de 2008
CEB - Conselho de Entidades de Base
Foi postado, hoje, na comunidade da UFRN:
CEB - 25/09 (Quinta)
Quinta feira, 25/09, às 16:30, na sede do DCE. Ocorrerá o CEB, que terá como ponto de pauta:
1. Substituição de Coordenadores;
2. Transporte;
3. CONEUF;
4. CONEB;
5. Fórum Social Mundial e Bienal; e
6. Prestação de Contas.
Pedimos que os Centros Acadêmicos que não entregaram as atas de eleição e posse de suas respectivas gestões à coordenação de organização estudantil do DCE façam isso o mais rápido possível. Precisamos da documentação não apenas para estabelecer o quorum dos CEB’s, mas também para comprovar a legitimidade dos representantes e efetuar o repasse das contribuições voluntárias.
Sua participação é muito importante para o fortalecimento do movimento estudantil!
Atenciosamente,
Fabiana Fernandes de Lima
Coordenadora Geral do DCE-UFRN
Natal/ RN – 21 de Setembro de 2008
O Centro Acadêmico de História, Gestão Ordem de Prometheu, estará presente, contudo, todo e qualquer membro do Corpo Discente, não só do de História, mas de toda a UFRN, pode participar, e é fundamental que os alunos participem desta reunião, para tomarem conhecimento do que acontece na universidade, e como estes acontecimentos são administrados. Quanto maior o número de estudantes participativos, ativos e conscientes, melhor se torna a universidade.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
AVISO GERAL AO CORPO DISCENTE DE HISTÓRIA
Centro Acadêmico de História – Gestão Ordem de Prometheu
AVISO AO CORPO DISCENTE DO CURSO DE HISTÓRIA
12 de setembro de 2008
Atenção estudantes
Durante a realização do III Encontro Internacional de História Colonial, que ocorrerá entre os dias 16 e 19 do corrente mês, não haverá aulas.
Esta decisão fora acordada e respaldada pela Plenária do Departamento de História e, posteriormente, relembrada na Terceira Reunião Ordinária do Departamento de História – realizada no dia 13/08/2008, cuja Ata fora aprovada na Plenária desta ultima terça feira, dia 09/09/2008.
Já é, pois, de conhecimento dos professores do Departamento de História, que durante a realização deste evento, as atividades regulares estarão suspensas, incluindo aulas, avaliações ou programações de qualquer outra natureza.
Pedimos, então, aos alunos do Corpo Discente do Curso de História, que não compareçam às aulas que porventura tenham sido marcadas durante este período, que vai de 16 a 19 deste mês, não apenas por ser nosso direito, mas também por ser uma obrigação para com a decisão da Plenária do Departamento de História, que é soberana!
Os professores que porventura tenham marcado atividades durante este período deverão se reorganizar e agendar tal ou qual atividade para uma nova data.
Faça valer o seu direito!
Henrique Júnior
Presidente do CAHIS – Ordem de Prometheu.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
MOBILIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA - conclusão
MOBILIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA - continuação
MOBILIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA - início
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
ATA NÃO OFICIAL DA ÚLTIMA PLENÁRIA
Plenária do DEH
Data: 13 de agosto de 2008
Início: 14:20
Final: 18:03
► Informes
· Uma vaga para professor efetivo para disciplinas relacionadas a Brasil Império e Colônia proporcionada graças à adesão ao REUNI;
· Foi mencionada a possível aposentadoria de Zoroastro;
· Mencionado o problema a ser discutido sobre a transferência do Núcleo da Seca para o espaço físico do LARQ; Maria Emília disse que não permitirá que os artefatos saiam do LARQ se não tiverem um local para ir;
· Foi justificada a saída do professor substituto Rodrigo; com a chegada de Henrique Alonso, um dos cinco substitutos deveria sair, e foi constatado certa “indisciplina” e abaixo assinado dos estudantes contra o professor citado, o que foi decisivo para a escolha;
· O DEH não se manifestará a respeito da “carta de repúdio” fixada no corredor do bloco A do setor II, visto que não está assinada. O Centro Acadêmico apoiou a decisão, negando qualquer envolvimento em tal acontecimento;
· Sobre critérios de seleção de bolsista de apoio técnico para o Núcleo de Estudos Históricos, Arqueológicos e Documentais (NEHAD), o coordenador pedagógico do curso preferiu não escolher bolsistas do curso, trazendo um estudante de outro departamento, decisão que pertence ao coordenador;
· Para solicitação da sala C-5, fazê-lo com antecedência; o professor Almir Bueno sugeriu que só se pudesse fazer reserva com até um mês de antecedência, para evitar um semestre todo já marcado, prejudicando assim, professores que querem utilizar a sala, mas que a mesma já estaria marcada há tempos;
· O professor Zoroastro propôs cortinas para as salas de aula que já dispõem de data-show e retro-projetores, para que as mesmas pudessem ser utilizadas durante o matutino, eliminando assim o problema de luminosidade nas salas, seriam então, três salas que poderiam servir de suporte para aulas com vídeos, slides e transparências; o professor recebeu resposta do CCHLA que não tinha previsão para tal, o que fez o professor cogitar utilizar-se de seus próprios recursos financeiros para tal;
· Devido principalmente ao acidente ocorrido com um estudante de Geologia em uma aula de campo no Cabugi, onde o mesmo chegou a falecer, e cumprindo a resolução número 108/2008, agora o professor e os estudantes devem assinar um termo de responsabilidade para ir às aulas de campo (incluindo estágios); para conseguir diárias e ônibus para viagens,o termo também deverá ser cumprido;
· ENADE: ocorrerá em 09 de novembro para alunos do último ano e do primeiro, o cadastro é até o final do mês corrente;
· As aulas, no período do Encontro Internacional de História Colonial (16 a 19 de setembro), serão paralisadas;
· O NEHAD contribuirá na organização do museu localizado em Ceará-Mirim, que foi cedido da posse de Geraldo Melo ao Ministério Público e a Fundação José Augusto; acontece que o museu logo foi saqueado e agora uma família mora no local, e por causa deles, os saques diminuíram;
►Sobre a Pauta
1º O colegiado indicaria professores para orientação acadêmica com mandato de dois anos, sendo possível a prorrogação;
Não poderia ter menos de 20 orientandos, nem mais de 60;
Impasses:
· Cada professor trabalharia com a capacidade máxima;
· Como dividir os orientandos;
· Quanto aos professores que podem se afastar no período das orientações;
· Aumento progressivo dos alunos ingressantes;
· Os professores de farmácia passam duas horas por dia atendendo seus orientandos, porém o curso só tem uma entrada e um turno;
Foi proposto que essa discussão fosse adiada para o Colegiado em reunião extraordinária;
Uma comissão foi formada com: Aurinete, Renato e Margarida;
2º Critério para definição de docentes de disciplinas “problemáticas”:
· Professores concursados para a cadeira;
· Rodízio de professores nas disciplinas;
Proposto reuniões especialmente para essa discussão.
3º Comissão formada: Maria Emília, Raimundo Nonato, Durval, Almir, Renato e Possamai (suplente);
4º Falta um vice-coordenador. Ninguém se propôs. A decisão ficará para a próxima plenária. Se não aparecer candidato até lá, foi proposto que Aurinete seja a coordenadora e Almir o vice.
5º A chefia do departamento enviará por e-mail o rascunho das áreas que precisam de professores, o proposto inicialmente foi:
RN
AMÉRICA
ECONOMIA GERAL
ANTIGA I E MEDIEVAL I
MEMÓRIA E PATRIMÔNIO
Professores substitutos entrarão apenas em casos de afastamento do efetivo;
Houve grande discussão acerca da área necessária para se conseguir uma vaga de professor efetivo, que pode vir a ser proporcionada pelo CPDI;
Os itens 6º, 7º, 8º e 10º ficaram para outra reunião por falta de tempo;
9º Aprovado.
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segunda-feira, 11 de agosto de 2008
REUNIÃO ORDINÁRIA DO DEH
Informamos que no próximo dia 13 de agosto de 2008 (Quarta-feira), às 14:00 horas na sala C-5 do Setor de aulas II, ocorrerá a reunião ordinária programada para o mês corrente.
Vale ressaltar a importância da presença do corpo discente na reunião. Todos têm direito a voz, e dois votos, representados por membros do Centro Acadêmico de História.
Segue abaixo o e-mail na íntegra, recebido pelo Centro Acadêmico com a convocação para a reunião.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
Convocação
De ordem da Chefe do Departamento de História, Profª. Maria EmíliaMonteiro Porto, convocamos Vossa Senhoria a participar da reunião ordinária, com a Chefia do Departamento, a realizar-se:
Dia: 13/08/2008 (Quarta-feira)
Horário: 14 h
Local: Sala C-5 – Setor II
PAUTA:
1. Orientação Acadêmica;
2. Critérios para definição dos professores nas disciplinas do DEH;
3. Formação de Comissão para elaboração do Plano Trienal 2010-2012;
4. Reforma do Projeto Político Pedagógico do DEH;
5. Vacância de cargos administrativos do Departamento;
6. Projeto para Solicitação de vagas para Professor efetivo;
7. Solicitação de disciplina História da Cultura para Curso deDesign DA;
8. Proposta do Centro Acadêmico, referendada pelo Prof. Luiz Eduardo Suassuna de homenagem ao Prof. Clyde Smith dando seu nome ao Auditório do Curso de História(sala C-5) ou ao NEH;
9. Apresentação de Plano de Ação do NEHAD por Raimundo Nonato;
10. Afastamento da servidora Evanucia para Treinamento em Restauração no Arquivo Nacional do RJ;
11. Apresentação de projeto Memorial do Livro Didático de Nonato e Margarida.
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Contamos com a presença dos estudantes.
Atenciosamente,
Centro Acadêmico de História
A ORDEM DE PROMETHEU
quinta-feira, 31 de julho de 2008
SELEÇÃO PARA BOLSISTAS
SELEÇÃO DE BOLSISTA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA/PROPESQ PARA O PROJETO DE PESQUISA: “A BELLE ÉPOQUE POTIGUAR: CULTURA E POLÍTICA NO RIO GRANDE DO NORTE NA PRIMEIRA REPÚBLICA”, COORDENADO PELO PROFESSOR ALMIR DE CARVALHO BUENO.
ISCRIÇÕES: De 04 a 05 de agosto na Secretaria do Departamento de História.
REQUISITOS:
· Não estar cursando os dois últimos semestres do curso;
· Não ter tido nenhuma reprovação por nota;
· Ter domínio de informática (editor de texto, planilhas eletrônicas);
· Conhecer os compromissos do bolsista estabelecidos no Edital nº 001/2008-PROPESQ.
DOCUMENTAÇÃO:
· Duas cópias do histórico escolar, identidade e CPF entregues no ato da inscrição.
ETAPAS DO PROCESSO DE SELEÇÃO:
1. Dia 06 de agosto a partir das 9h – Entrevista com o professor coordenador;
2. Dia 07 de agosto às 9h – Divulgação do resultado.
SELEÇÃO – BOLSISTAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA –
Professor: Henrique Alonso
PROJETOS:
a) Memórias da Ditadura Militar no Rio Grande do Norte;
b) A América Latina vista em caricaturas nos Estados Unidos.
Vagas: duas, sendo uma bolsa CNPq/PIBIC e uma bolsa UFRN/PROPESQ.
REQUISITOS BÁSICOS:
· Possuir IRA igual ou superior a 7,0;
· Não possuir reprovação;
· Aluno(a) que tenha ingressado na UFRN nos anos de 2006, 2007 ou 2008;
· Ter tempo disponível para envolvimento com as atividades dos projetos (20 horas semanais);
· Conhecer e aceitar os “requisitos e compromissos do bolsista” conforme disponibilizado no site da UFRN/PROPESQ (www.propesq.ufrn.br);
· Possuir conhecimentos elementares de informática (internet, word);
· Estar disponível para, eventualmente, estudar ou utilizar textos em língua inglesa nas atividades do projeto.
DOCUMENTAÇÃO:
· Duas cópias do histórico escolar, CPF e identidade;
· Carta, com no máximo uma página, justificando o interesse do(a) candidato(a) em participar desta seleção;
· Os documentos poderão ser entregues na Coordenação do curso de História, na secretaria do Departamento de História, ou ainda diretamente ao professor coordenador.
CRONOGRAMA SELEÇÃO:
a) Inscrições: até às 20:30 do dia 05.08.2008 (terça-feira);
b) Entrevistas com o professor: das 7h30min às 8h30min e das 10h30min às 12h do dia 06.08.2008 (quarta-feira);
c) Resultado final: 07.08.2008 (quinta-feira).
OBS: Aos interessados encontra-se disponível na reprografia do CCHLA cópias dos projetos (procurar pasta de “Metodologia da História” do professor Henrique Alonso.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Ofício à Biblioteca Central
CENTRO ACADÊMICO DE HISTÓRIA
GESTÃO: A ORDEM DE PROMETHEU
Natal, de junho de 2008, à direção da Biblioteca Central Zila Mamede.
O Centro Acadêmico do Curso de História da UFRN, vem por meio desta, demonstrar toda sua insatisfação, em nome dos alunos de nosso curso, para com a falta de iluminação do corredor referente às classes 8 e 9, onde encontram-se os títulos mais utilizados pelos nossos colegas de curso, que ao entrarem no corredor citado, deparam-se com uma escuridão e abandono da seção. Pedidos visando à solução dos problemas já foram feitos por alguns alunos, informalmente, na própria Biblioteca, contudo, não obtivemos nenhum resultado, fazendo-se então necessária a intervenção do Centro Acadêmico, representante de todos os estudantes do curso, por meio deste ofício endereçado à Direção.
Para endossar nossa solicitação, pedimos que dêem uma olhada nas imagens abaixo:
Atenciosamente,
Secretaria do Centro Acadêmico de História.
Pede deferimento.
cahisprometheu@yahoo.com.br
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Plenária do dia 13 de Maio de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Solidariedade ao Movimento Estudantil da UNB

Saudações a todos, caros amigos e companheiros estudantes do Curso de História da UFRN.
Hoje eu estou triste.
Mais do que isto, estou desapontado, estou angustiado e estou envergonhado.
Em busca de interar-me um pouco mais sobre o que está acontecendo na Universidade de Brasília - UNB, encontrei algumas críticas, hora tecida por alunos, hora tecidas por gente totalmente alheia ao universo acadêmico. Cada opinião manifestava-se sobre o fato mais notório e, também, o mais banal: a ocupação da reitoria.
Muitas pessoas, principalmente as que estão fora da universidade, abrem a boca para condenar
as atitudes dos estudantes. Estas mesmas pessoas também se apressam a manifestar juizos de valores sobre a integridade dos universitários militantes. Hororizam-se com a "destruição de um patrimônio público" e com a "selvageria juvenil" destes estudantes. Mas o pior de tudo é perceber que estas pessoas, ao condenarem os estudantes, parecem esquecer que o motivo pelo qual estão invadindo e destruíndo não é outro senão uma luta solitária pela justiça, pela retidão, pela probidade, pela honestidade, pela democracia que tanto nos orgulhamos em ter e defender.
Mas não é isto que me deixa triste, desapontado, angustiado e envergonhado.
O que me deixa triste é ver meus conterrâneos, meus irmãos de origens, lutarem contra um sistema apodrecido que não se avexa em macular, com seu toque pútrido e corrupto, a visão dos que não lhes conhecem nem lhes reconhecem como a parcela podre de nossa sociedade. Vestidos com a capa de herois, são monstros disformes que violam a moral, a verdade e a justiça, fazendo com que todos os que lhe são adversários passem por criminosos, quando na realidade são eles mesmos a origem de todos os malhes de nosso povo. Eu me entristeço quando vejo um irmão de origem apanhando como um cão sarnento, justamente por defender aquilo que todos os que acreditam em nossa constituição deveriam defender. Me entristeço pois vejo que o levante dos que buscam as coisas certas se faz passar por ação criminosa, e deste modo o mal sempre prevalece, se passando por bem.
O que me deixa desapontado é a inatividade e o desinteresse dos que, não estando lá, nada fazem em apoio aos que, lutando e sofrendo, defendem um interesse universal entre os estudantes universitários. Abrem a boca para falar de banalidades e trivialidades. Se julgam sábios em manifestar opiniões inúteis e muitas vezes pré-conceituosas, seja sobre o que for, mas se calam e se omitem quando a temática é a tomada de uma postura enérgica contra um opressor que não se acanha em violar, enganar, subjulgar, subverter... Meu desapontamente é proporcional à capacidade de desunião existente entre os estudantes. Meu desapontamente é proporcional à capacidade de aceitação e acomodação dos que, sabendo que as coisas erradas acontecem, e sabendo que isto lhes afeta direta e/ou indiretamente, e ainda sabendo que são sempre os prejudicados, nada fazem e nada dizem, pois se acovardam. meu desapontamento nasce da hipocrisia dos que tudo falam e nada fazem. Meu desapontamento se firma quando, buscando aliados para lutar pelo que é justo e correto, vejo costas curvadas surgindo diante de meus olhos incrédulos. O Movimento Estudantil é, hoje, um movimento de fuga...
O que me deixa angustiado é a impotência que sinto diante da necessidade de lutar por uma coletividade que não se interessa em melhorar sua própria situação, mas que não se reserva das crítica aos que, vestidos de coragem e audácia, lutam contra a corrupção, e com isto denunciam as fraquezas dos que nada dizem e/ou nada fazem. A minha angustia está, também, diante do fato de que estes que se acovardam, mesmo criticando os que lutam, também não se intimidam em comemorar a vitória dos que por eles foram criticados. Se beneficiam das consquistas alheias, e tomam posse delas como se fossem suas próprias conquistas, e convenientemente se esquecem da luta e do sofrimento dos verdadeiros herois, sempre anônimos, sempre esquecidos, mas também sempre condenados por sua coragem e audácia.
O que me deixa envergonhado é a inversa coragem que temos em nos dizer pertencentes à Movimentos Estudantis, e no entanto não encontramos modos de manifestar nosso apoio e nossa solidariedade ao que estão lá, bem longe de nós, lutando pelo que também lutamos, lutando pelo que também acreditamos, lutando contra o que também nos revolta, lutando contra o que também nos viola os direitos. A realidade deles é similar á nossa. Eles sofrem com os mesmos problemas, e embora a vitória deles não traga benefícios à nossa universidade, ela é um símbolo, um ícone, uma representação de que também podemos lutar e vencer, e de que a impunidade, quando combatida, não encontra lugar entre os justos. A vitória de um estudante é a vitória da categoria estudantil. A derrota de um estudante é, também, a derrota da categoria estudantil. E é vergonhoso ver tão poucos lutando pelo que tantos sabem que é necessário fazer, mas não fazem. Minha vergonha é a vergonha que se deita sobre os estudantes omissos, sobre os estuadantes acovardados, sobre os estudantes vendidos, sobre os estudantes hipócritas, sobre os estudantes, portanto, de forma geral, pois o rótulo que cabe em um, acaba cabendo em todos.
Enquanto estudante, enquanto universitário, enquanto cidadão, enquanto ser humano, eu não posso me calar e aceitar que um reitor, ou professor, ou seja quem for que, enquanto corrupto, destrua toda uma universidade, ofertando-se luxo e requinte às custas da má formação acadêmica dos seus alunos. As verbas de uma universidade pertencem á universidade. A universidade são seus alunos e seus professores. Somos a base desta pirãmide e, portanto, a força mais poderosa. Somos o objetivo principal da existência de uma universidade, seja ela pública ou particular. E está mais do que na hora de aceitarmos e reivindicarmos o real valor que temos.
Se temos o poder de dar autoridade a um presidente, também temos o poder de retirar esta autoridade.
Se temos o poder de dar autoridade a um reitor, também temos o poder de retirar esta autoridade.
Se temos este poder, então também temos a responsabilidade de usá-lo sempre que necessário.
Não somos nos quem temos que temer nossos "representantes".
São eles quem precisam nos respeitar, enquanto eleitores, e temer, enquanto seres conscientes e dotados de vontades, direitos e deveres.
Aos estudantes de Brasília, deixo aqui os meus votos de sucesso e minha declaração de solidariedade e, embora não possam me escutar, quero que saibam que mesmo aqui, em Natal, em benefício à categorai estudantil, também farei a minha parte para fazer de nossa sociedade uma sociedade melhor.
Sei que não estou sozinho, mas quero que saiba que você, que chegou até este ponto, e que também sente esta mesma vergonha, esta mesma angustia, esta mesma tristeza e este mesmo desapontamento, também não está sozinho.
Nós não estamos sozinhos.
Nunca!
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Projeto de Extenção
Observando atentamente a comunidade, não é dificil perceber que ela padece dos mesmos males que todas as comunidades carentes que sofrem de um determinado isolamento - social, político e geográfio, por exemplo - são submetidas. Pior do que isto, tal comunidade, embora reclame heranças etnicas indigenas, não apresenta quaisquer caracteres que apontem tais heranças.
Este problema se enquadra no que muitos estudiosos de diversas e diferentes ciências já perceberam: os filhos Rio Grande do Norte muito dificilmente se percebem como individuos inseridos num universo cultural particular, e como possuidores de certos caracteres culturais que os destacam, de maneira positiva, dos demais "nordestinos" e "brasileiros".
O projeto propriamente dito baseia-se nas realizações do alfabetizador Paulo Freire e, também, em grande parte, em projetos já existentes na UFRN, como é o caso do VER/SUS - Vivência do SUS em Santa Cruz, realizados pelos alunos de diversos cursos, com grande predominância, até o presente momento, de alunos dos cursos de biomedicinas.
Este projeto, pois, seria realizado não só pelo corpo discente do curso de História da UFRN, mas será, antes, um ação conjunta coordenada por este e em parceria com o corpo discente de outros cursos e instituições, bem como de alunos de outros níveis de formação superior, como mestrados e doutorados.
Tal articulação possibilitará não só uma boa margem de sucesso na aplicação deste projeto, mas também facilitará a aplicação prática do conhecimento, bem como o intercambio tão desejado pelas promessas previstas na tão comentada interdisciplinaridade científica.
O projeto consiste num "apadrinhamento" da comunidade, nos moldes dos programas de assistência libertadora de Paulo Freire. A história contribuiria com a construção do passado da comunidade e de seus integrantes, fazendo, por exemplo, uma pesquisa da árvore genealógica das famílias "mais antigas", até que possam ser definidas as raizes etnicas destes, uma vez que bem sabemos que o termo "Tapuia" era uma nomenclatura genérica aplicada às diversas tribos indigenas que habitavam o sertão do RN. As demais ciências contribuiriam, cada qual dentro de seu próprio universo científico, e o resultado final seria publicado num livro que irá conter todos os passos deste ação de cidadânia, partindo dos primeiros contatos até a etapa final.
Tal proposta ainda está em fase de amadurecimento e, como já fora mencionado, o seu sucesso dependerá em grande parte do empenho e do entusiasmo dos estudantes desta instituição, uma vez que serão estes também serão os grandes beneficiados pelos resultados finais.
Quem desejar se instruir a cerca deste projeto, poderá consultar a DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS que, neste caso, também trabalhará juntamente com a DIRETORIA DE ARTICULAÇÃO ENTRE CURSOS.
Fique de olho, pois mais e mais propostas serão apresentadas em tempo hábil.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
O Corpo Discente de História e os outros cursos
Após diversos contatos com várias entidades estudantis organizadas, os membros desta chapa perceberam o quanto a dedicação e a união pode fazer a diferença na promoção de um determinado curso. Percebemos, também, que há um problema comum que afeta a todos os estudantes da universidade: a falta de apoio dos centros e, consecutivamente, da própria UFRN, bem como a falta de contato e apoio entre os próprios discentes. Mais do que isto: a falta de contato, gerada por um crescente e inconsciente isolacionismo, têm afetado de forma negativa o progresso de todo e qualquer projeto elaborado pelos estudantes que, preocupados com seu papel dentro da Academia e dentro da Sociedade, buscam meios de aplicarem, em nome de um benefício coletivo, os conhecimentos conquistados no decorrer de sua formação. Outra constatação foi a de que, mesmo em cursos conceituados como Medicina e Odontologia, o número de alunos participantes de projetos de extensão é reduzido, e que a carência de apoio das outras ciências faz cair na mesmice todo e qualquer tentativa de inovação.
Desde o semestre passado alguns alunos do curso de História tiveram positivas participações em projetos realizados por cursos como os da área de saúde - VER/SUS. Tão positivas foram as participação que, mesmo hoje, em vésperas da realização de um congresso nacional sobre saúde pública, as lideranças estudantis dos cursos de biomédicas cobram a participação de estudantes de história, detentores do conhecimento específico da saúde dentro de perspectivas de culturas e tempos diferentes do nosso.
As oportunidades não param de surgir diante daqueles que se dispõem a pensar e trabalhar em benefício próprio.
Com o curso de Letras e de Comunicação Social há a possibilidade de realizar dois projetos distintos. Com Letras, há a possibilidade de implantar, em escolas municipais e estaduais, um projeto que estimula a leitura crítica - histórica e literária - de livros considerados obras primas da humanidade. Com o curso de Comunicação Social, em especial os com habilitação em Jornalismo, há a possibilidade de estarmos trabalhando com os estudantes secundaristas a implantação de um jornal escolar nestas mesmas instituições - estaduais e municipais (e, por quê não, nas particulares também?).
Dentro da aplicação prática do conhecimento científico, um grupo organizado de estudantes poderá, por exemplo, criar laços de mutua aliança entre alunos do mestrado e, junto destes, e de professores voluntários e alunos e professores de outros cursos e instituições, fazer por este Estado o que ainda não foi feito: um sistemático trabalho de resgate cultural, patrimonial e histórico. Trabalho para ser feito há, e muito. Muitos são os professores que fazem alertas sobre esta necessidade como, por exemplo, fazer um levantamento sobre as imagens sacras das igrejas deste Estado. As possibilidades que se descortinam são infinitas...
Cada diretório conta com uma gama de propostas, algumas engatilhadas, outras ainda em fase de formação, mas todas carentes de apoio e participação do Corpo Discente do Curso de História da UFRN.
Os alunos interessados poderão obter as informações necessárias para o devido esclarecimento com o diretor de cada diretório. As equipes já estão sendo formadas e os trabalhos já começam a ganhar corpo. Todas as propostas existentes serão publicadas e o andamento delas, bem como o de todo e qualquer outro projeto, oriundo das diretorias ou de alunos de dentro do corpo discente, serão discutidas em reuniões periódicas a serem agendadas.
"Sozinhos podemos chegar rápido, mas juntos, podemos chegar longe!" - Bill Clinton, ex-presidente norte americano.
quinta-feira, 13 de março de 2008
AS PROPOSTAS
> As que se referem à organização estrutura do próprio Centro Acadêmico.
> As que se referem ao Corpo Discente do Curso de História da UFRN.
> As que se referem à obtenção e aplicação do conhecimento científico da História.
SOBRE AS PROPOSTAS REFERENTES AO CENTRO ACADÊMICO
Para que o Centro Acadêmico de História possa melhor desempenhar o papel a que se destina, é preciso modificar, de maneira quantitativa e qualitativa toda a sua estrutura, desde sua estrutura até a finalidade de suas partes componentes. Um esboço de parte destas mudanças foi traçado quando foram apontadas as cinco "Colunas". Cada diretório - acessado pelo hiperlink ao lado - irá apresentar, detalhadamente, seus objetivos e metas já previstos. Contudo, isto não é tudo.
A maior mudança está na possibilidade de cada aluno, independente do seu nível de "graduação" - calouro ou veteraníssimo - participar da elaboração e realização dos projetos de cada diretoria. Em outras palavras, o universitário, identificando-se com tal ou qual diretório, poderá se voluntariar para fazer parte integrante de sua equipe e, com isso, trabalhar para melhorar não só a seu curso, mas também a si próprio.
SOBRE AS PROPOSTAS REFERENTES AO CORPO DISCENTE DO CURSO DE HISTÓRIA
Neste ínterim, outra grande mudança será realizada: a promoção de intercambio de conhecimentos e de auxílio mutuo entre diferentes áreas do conhecimento dentro e fora da História.
Este é o momento da interdisciplinaridade e, aliando forças com outros Centros Acadêmicos, o C.A. de História poderá ampliar suas margens de ação, bem como poderá possibilitar, ao seu corpo discente, uma maior gama de possibilidades, até então ignoradas. A História, enquanto ciência, toca diversas outras, enriquecendo-as e enriquecendo a si mesma neste processo. É, pois, pensando em potencializar esta possibilidade de enriquecimento, ainda dentro da universidade, que esta chapa buscou estabelecer contato com alunos integrantes de diversos outros cursos e áreas do conhecimento humano, sejam estes oriundos de ciências humanas, exatas, sociais aplicadas, biológicas ou médicas, entre outras.
Além destas "mudanças", também se faz necessário despertar, no íntimo do Historiador Universitário, o ímpeto de defender seus próprios interesses dentro de seu ofício, seja ele dentro da licenciatura ou dentro do bacharelado. O mercado de trabalho não surge por si próprio, a seu bel prazer. É preciso que as oportunidades sejam criadas e, sem a ação objetiva e efetiva dos historiadores, o mercado de trabalho - que pode oferecer uma infinidade de possibilidades - não será tão recompensador quanto deveria e/ou poderia ser. Para que a profissão historiador possa estar em destaque, seus agentes, os historiadores, devem entrar em destaque primeiro e, para isso, há uma série de projetos e ações que poderão alavancar o progresso e o sucesso daqueles que fazem a Ciência da História.
SOBRE AS PROPOSTAS REFERENTES À OBTENÇÃO E APLICAÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO DA HISTÓRIA
Uma modificação urgente está diretamente ligada à própria mentalidade do universitário, principalmente no que se refere ao modo de obter e aplicar o conhecimento científico.
Qualquer pessoa poderá observar, se olhar atentamente, que o corpo discente do curso de História é composto por pessoas de incontáveis faixas etárias, etnias, crenças, situações financeiras, estados civis etc. Mais da metade já faz parte do mercado de trabalho da cidade do Natal. Boa parte já possui sua própria família e outro, de igual forma, já iniciam a sua própria. Muitos, ainda dentro da universidade, já se preparam para trabalhar, outros, se preparam para a aposentadoria. Encontramos, pois uma miríade de pessoas, cada qual com uma história própria e praticamente todas elas vivendo uma vida plena de atividades. Embora existam aqueles que ainda não se perceberam dentro desta realidade, mas o fato é que praticamente todos já sabem, ou já ouviram dizer, que não são mais crianças.
Senhores de suas próprias vontades, a maior parte do corpo discente do curso de História possui competência mais do que suficiente para poder brilhar com o conhecimento que já conquistou. Compreendemos que, a cada semestre, um leque de disciplinas é ofertado ao aluno e, sendo aprovado, este já se encontra "habilitado" a manifestar seu conhecimento sobre tais conquistas. A partir do terceiro período da licenciatura, o aluno poderá dar aulas como professor estagiário. De igual forma, neste mesmo momento, os alunos do bacharelado já podem pleitear estágios em determinadas instituições. Se, para tanto, o aluno é capaz de exercer as mais primordiais atividades previstas dentro de sua graduação, o que o impede de ir mais adiante? O que o impede de buscar mais e mais? O que o impede de tentar crescer?
É, pois, pela busca destas novas possibilidades, destas novas oportunidades, que esta chapa esteve trabalhando, nos últimos meses. O resultado final é uma serie de planos e projetos que, patrocinados e organizados pelas nossas diretorias, favorecerão ao corpo discente do Curso de História da UFRN uma maior, melhor e mais proveitosa aplicação de seus conhecimentos merecidamente conquistados.
Informações mais detalhadas sobre estes projetos e planos serão encontrados nos blogs das respectivas diretorias. Visite-as...
AS MOTIVAÇÕES
"Um centro acadêmico no Brasil é uma entidade estudantil que representa, normalmente, os estudantes de um curso de nível superior, podendo representar estudantes de diversos cursos de uma mesma faculdade. Suas funções podem ser e em geral são diversas. Algumas delas são: a organização de atividades acadêmicas extra-curriculares como debates, discussões, palestras, semanas temáticas, recepção de calouros e realização de projetos de extensão; encaminhamento, mobilização e organização de reivindicações e ações políticas dos estudantes; mediação de negociações e conflitos individuais e coletivos entre estudantes e a faculdade; realização de atividades culturais como festas, feira de livros, festivais diversos, entre outros." - Wikipédia (acessado em 13/03/2008).
Um C.A. é a voz ativa e participativa de um corpo discente de um determinado curso em uma determinada instituição. Em nosso caso, trata-se do Curso de História da UFRN. Pelo C.A. o aluno se faz representar e atua positivamente junto aos demais componentes da universidade - corpo docente, funcionário e corpo discente de outros cursos. Mas não apenas representar, mas também organizar e estruturar as atividades que se destinam e/ou se relacionam a estes alunos. O C.A. é, ao mesmo tempo que um representante, também uma liderança.
Representar e Liderar, esta é a função de um Centro Acadêmico.
Nos ultimos anos, por fatores inúmeros - muitos deles ainda nebulosos demais para serem apontados com precisão, ou tão antigos que a própria memória do curso já lhes desconhece as origens - a representatividade e a liderança são inexistentes no Centro Acadêmico de História.
Apontar responsáveis, a esta altura do campeonato, é inútil: este é um problema muito antigo e não é um luxo do corpo discente do Curso de História da UFRN. O longo dos ultimos dois anos, após inumeráveis contatos com ativos estudantes de outros cursos, alguns dos membros desta chapa chegarama conclusão de que este é um mau momento para o movimento estudantil e que, embora esta seja uma realidade trágica, muitos ainda tentam manter viva uma das mais antigas tradições acadêmicas: a insatisfação do estudante diante de sua eterna busca por melhorias.
Hoje em dia, porém, não basta apenas representar e liderar. É preciso grande empreendedorismo nos pensamentos e ações de um Centro Acadêmico para que as antigas e novas necessidades dos estudantes possam ser satisfeitas à contento. O momento, portanto, exige uma nova tomada de postura, contudo, diante do presente quadro em que se encontra o Centro Acadêmico de História, é preciso bem mais do que uma nova tomada de postura: é preciso uma verdadeira revolução!!!
sexta-feira, 7 de março de 2008
APRESENTAÇÃO
Saudações, car@ companheir@ de estudo e ofício.
Mais um ano, mais uma eleição de Centro Acadêmico.
Calma, espere um pouco! Respire profundamente. Deixe o velho ar sair e permita que um novo fôlego possa preencher seus pulmões. Observe atentamente: há algo diferente, algo que vale a pena ser visto e experimentado...
Não seria de bom tom aproveitar o momento para falar das gestões anteriores. Proceder deste modo, utilizando de um gesto exaustivamente utilizado por quem tanto criticamos, durante as “eleições”, seria um mau começo. Vamos, pois, agradecer o que foi feito e, sem mais delongas, vamos virar esta página de nossa história. Há, porém, uma nova página, em branco, esperando pelo que nela será escrito. É, pois, sobre o que será escrito nesta nova página da História do C.A. de História que estamos aqui, agora.
Os tempos presentes apresentam uma peculiaridade unida: rápidas e intensas mudanças em curtos períodos de tempo. O que era novidade ontem, já não é mais hoje. Tudo muda rapidamente; tudo se torna obsoleto rapidamente. Mas não é somente no universo das ciências e das tecnologias que isto se procede, no universo jurídico também. Toda organização, seja ela de que natureza for, seja para qual fins se disponha, sempre que sua organização for prevista e determinada por regimentos, convenções, estatutos etc, revisões periódicas são necessárias, para que a solução dos novos problemas, não previstos na criação de tais documentos, possam ser apontadas; situações antes imprevistas, quando se tornam uma realidade, precisam ser abordadas e trabalhadas para o bem da coletividade que se beneficia a ordem trazida pelos documentos que lhe regem. A revisão, então, torna-se uma grande necessidade...
Para que o C.A. de História possa desempenhar o papel que lhe era destinado, será preciso uma modificação drástica e severa em seus meios e fins. Para tanto, foram apontados cinco “pilares” de sustentação, os quais se caracterizarão pela natureza das atividades a que se destinam. Deste modo, não haverá apenas um bom desempenho das atividades, mas será possível certa independência das diretorias, ao mesmo tempo em que não se perde o controle das mesmas e aumenta-se a articulação e a flexibilidade do Centro Acadêmico como um todo, favorecendo enormemente todo e qualquer projeto que venha a surgir entre - e para - os discentes.
Fora dos cinco pilares, temos as três funções básicas que constituem o organismo do Centro Acadêmico, que são:
1º) PRESIDÊNCIA
2º) SECRETARIA
3º) TESOURARIA
4º) DIRETORIA DE CULTURA
5º) DIRETORIA DE ESPORTES
6º) DIRETORIA DE ARTICULAÇÃO ENTRE CURSOS
7º) DIRETORIA DE EVENTOS
8º) DIRETORIA DE ESTUDOS & PESQUISAS
9º) DIRETORIA DE IMPRENSA
10º) DIRETORIA DE APOIO AO DISCENTE
11º) DIRETORIA JURÍDICA
12º) LOGISTICA

