quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Reunião Ordinária do Depto de História

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA



Convocação

De ordem da Chefe do Departamento de História, Profª. Maria Emília
Monteiro Porto, convocamos Vossa Senhoria a participar da Reunião
Ordinária, com a Chefia do Departamento, a realizar-se:

Dia: 18/12/2008 (quinta-feira)
Horário: 14 h
Local: Sala C-5 – Setor II

PAUTA:

1. Homologação dos Processos do Concurso Público


2. Relatórios de Projetos de Extensão:
a. Projeto para construção do Memorial do Colégio Marista Santo Antônio.
Coordenador: Maria da Conceição Fraga.
Relator: Fátima Lopes

b. Organização do Acervo Documental da Arquidiocese de Natal. Coordenador:
Margarida Maria Dias.
Relator: Paulo Possamai

c. Criando acessibilidade para as informações: banco de dados e
digitalização do acervo do Setor Fundiário da SEHARPE. Coordenador:
Margarida Maria Dias
Relator: Aurinete Girão

3. Relatórios de Eventos de Extensão:

a. II Encontro Internacional de História Colonial - "A experiência
colonial no Novo Mundo - séculos XVI a XVIII". Coordenador: Fátima Lopes
Relator: Almir Bueno

b. Do meu lugar vejo e construo um novo espaço: os agentes sociais que
constroem a UFRN. Coordenador: Margarida Maria Dias
Relator: Zoroastro Cardoso

4. Relatórios de Cursos de Extensão:

a. Livros didáticos de História: escolhas e utilizações. Coordenador:
Margarida Maria Dias.
Relator: Zoroastro Cardoso
b. Por uma história das 'Histórias em Quadrinhos': teoria, metodologias,
dinâmicas e o exame do caso 'Conan, o Bárbaro'. Coordenador: Renato Amado.
Relator: Almir Bueno

5. Edital professor Visitante
6. Projeto Vivência Universidade: proposta de Zoroastro como coordenador.
7. Livros doados ao Departamento: destino

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Novo Número da Segurança do Campus

Saudações a todos,

recebemos um e-mail informando a mudança do número da segurança do Campus da UFRN. Segue abaixo o texto na íntegra:

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À Comunidade Universitária
A Coordenadoria de Segurança Patrimonial informa que o novo número do telefone de emergência é 08000 84 2050.
O acréscimo de um "0" ao prefixo 0800 foi realizado com o objetivo de resolver problemas técnicos, segundo informações da operadora de telefonia fixa Oi.
Pedimos a todos que seja realizada a maior divulgação possível dess informação, para que as necessidade da comunidade sejam atendidas e o trabalho da segurança possa efetivada com maior presteza e agilidade.
Atenciosamente,
Cleanto Otaviano Pontes
Coordenadoria de Segurança Patrimonial/UFRN

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Divulguem para seus conhecidos e tenha o número sempre a mão!

08000 84 2050

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

PLENÁRIA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

REUNIÃO ORDINÁRIA


Dia: 12/11/2008 (quarta-feira)
Horário: 14 h
Local: Sala C-5 – Setor II


PAUTA:

1. Orientação Acadêmica;

2. Proposta do Centro Acadêmico, referendada pelo Prof. Luiz Eduardo Suassuna, de homenagem ao Prof. Clyde Smith dando seu nome ao Auditório do Curso de História (sala C-5) ou ao NEH;

3. Apresentação de Plano de Ação do NEHAD por Raimundo Nonato;

4. Homologação de processos:
- Ad referendum Projeto Evento Extensão “A formação continuada de professores: a experiência do PDE no Paraná”

5 - Progressão Horizontal Helder. Parecer Aurinete

6 -Projeto Vivência Universidade

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

II Semana de Estudos Históricos em 2009

Olá a todos os estudantes do curso.

Viemos comunicar que a Segunda Semana de Estudos Históricos ocorrerá no início do primeiro semestre de 2009. Em princípio, ela deveria ocorrer neste semestre letivo. Tivemos toda a ajuda possível do estudante Miguel Pereira Neto para que a Semana pudesse ser realizada ainda neste ano (e desde já agradecemos todo o tempo gasto no projeto), todavia, em discussão de Plenária do Departamento de História, os professores não acharam nenhuma data possível para que a Semana pudesse ser realizada, com a justificativa de que o segundo semestre de 2008 já estava cheio de eventos (como a CIENTEC e a Semana de Humanidades), além de feriados que tomavam alguns dias de aula, não se podendo perder assim, mais nenhum dia letivo.
Gostaríamos muito de poder realizá-la ainda este ano, mas ficou inviável. Entretando, no início do próximo ano, ela acontecerá e daqui para lá vocês saberão sobre as novidades que serão postadas neste blog.
Pensamos que será uma espécie de boas vindas aos novos estudantes do curso e um momento de confraternização com os antigos alunos.
Atenciosamente,
CENTRO ACADÊMICO DE HISTÓRIA
A ORDEM DE PROMETHEU

terça-feira, 7 de outubro de 2008

CEB - 10/10 - 16hs30

Saudações, pessoa.
Estou compartilhando o e-mail enviado hoje pelo DCE:



UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DA UFRN

CONVOCATÓRIA

O Diretório Central dos Estudantes da UFRN, através desta, convoca todas as entidades de base da UFRN (CAs, DAs e conselhos de residência) ao Conselho de Entidades de Base a ser realizado dia 10 de outubro (sexta-feira), na sala dos colegiados da reitoria, a partir das 16h30min.

Pontos de Pauta:

1.Caravana da Saúde
2.Congresso dos Estudantes da UFRN - CONEUF
3.Transporte
4.Informes sobre Coneb, Fórum Social Mundial, Bienal, etc.

Atenciosamente,
BRUNO DA COSTA FERREIRA
Coordenação de Organização Estudantil do DCE UFRN

domingo, 21 de setembro de 2008

CEB - Conselho de Entidades de Base

Saudações a todos.
Foi postado, hoje, na comunidade da UFRN:

CEB - 25/09 (Quinta)
Quinta feira, 25/09, às 16:30, na sede do DCE. Ocorrerá o CEB, que terá como ponto de pauta:


1. Substituição de Coordenadores;
2. Transporte;
3. CONEUF;
4. CONEB;
5. Fórum Social Mundial e Bienal; e
6. Prestação de Contas.



Pedimos que os Centros Acadêmicos que não entregaram as atas de eleição e posse de suas respectivas gestões à coordenação de organização estudantil do DCE façam isso o mais rápido possível. Precisamos da documentação não apenas para estabelecer o quorum dos CEB’s, mas também para comprovar a legitimidade dos representantes e efetuar o repasse das contribuições voluntárias.

Sua participação é muito importante para o fortalecimento do movimento estudantil!

Atenciosamente,

Fabiana Fernandes de Lima
Coordenadora Geral do DCE-UFRN

Natal/ RN – 21 de Setembro de 2008


O Centro Acadêmico de História, Gestão Ordem de Prometheu, estará presente, contudo, todo e qualquer membro do Corpo Discente, não só do de História, mas de toda a UFRN, pode participar, e é fundamental que os alunos participem desta reunião, para tomarem conhecimento do que acontece na universidade, e como estes acontecimentos são administrados. Quanto maior o número de estudantes participativos, ativos e conscientes, melhor se torna a universidade.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

AVISO GERAL AO CORPO DISCENTE DE HISTÓRIA

Centro Acadêmico de História – Gestão Ordem de Prometheu

AVISO AO CORPO DISCENTE DO CURSO DE HISTÓRIA
12 de setembro de 2008


Atenção estudantes

Durante a realização do III Encontro Internacional de História Colonial, que ocorrerá entre os dias 16 e 19 do corrente mês, não haverá aulas.

Esta decisão fora acordada e respaldada pela Plenária do Departamento de História e, posteriormente, relembrada na Terceira Reunião Ordinária do Departamento de História – realizada no dia 13/08/2008, cuja Ata fora aprovada na Plenária desta ultima terça feira, dia 09/09/2008.

Já é, pois, de conhecimento dos professores do Departamento de História, que durante a realização deste evento, as atividades regulares estarão suspensas, incluindo aulas, avaliações ou programações de qualquer outra natureza.

Pedimos, então, aos alunos do Corpo Discente do Curso de História, que não compareçam às aulas que porventura tenham sido marcadas durante este período, que vai de 16 a 19 deste mês, não apenas por ser nosso direito, mas também por ser uma obrigação para com a decisão da Plenária do Departamento de História, que é soberana!

Os professores que porventura tenham marcado atividades durante este período deverão se reorganizar e agendar tal ou qual atividade para uma nova data.

Faça valer o seu direito!



Henrique Júnior
Presidente do CAHIS – Ordem de Prometheu.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

MOBILIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA - conclusão

O universo acadêmico que é a UFRN - ou de qualquer outra universidade, pública ou particular - está longe de ser perfeito. À medida que progredimos, vamos nos deparando com novos problemas, os quais vão exigir nossos esforços e mobilizações para solucioná-los. Assim é a própria trajetória humana.
Fora da universidade, mas ligada à ciência que cada departamento/curso toma para sí, existem dezenas, senão centenas de coisas que exigem maior ou menor atenção da comunidade acadêmica. Mas, dentro dela - da universidade - também existem coisas que exigem igual atenção desta mesma comunidade. A biblioteca central é uma destas coisas.
A comunidade acadêmica do curso de história está sendo enormemente prejudicada pelo que se encontra, atualmente, na BCZM: um corredor escuro, um ambiente quente e uma organização inexistente. Estes problemas se arrastam por meses, senão anos, e nada muda esta situação lastimável.
O Centro Acadêmico de História enviou, á administração da BCZM, um ofício exigindo a tomada de uma atitude. Como resposta - e uma resposta demorada -, fomos convidados à uma reunião com a diretoria e, posteriormente (e coloque posteriormente nisso), o ofício fora respondido por escrito, conforme diz o protocolo público. O documento-resposta, bastante volumoso, não presta qualquer solução ao problema existente, contudo, salvo as questões burocráticas que já a muito estão em andamento, um problema sempre salta aos olhos desta administração. Um problema que é denunciado não apenas pala presente administração da BCZM, mas também pelo próprio Departamento de História, pelo próprio CCHLA e, de igual forma, pelos colegiados da UFRN: o corpo discente é omisso, acomodado e passivo.
Diante de um problema, o aluno, encontrando-se prejudicado e mesmo estando coberto de razão, nada faz. Agüenta suas angustias calado, ou pior, quando fala, o faz apenas para amigos. Nenhuma reclamação formal é feita. Nenhuma crítica institucional é gerada e, justamente por isto, os "agressores" e/ou infratores das normas da UFRN permanecem impunes, gozando de sua empáfia, como se nada os pudesse atingir.
O estudante, por seu turno, joga a culpa no medo de represárias.
Medo? Tal medo só existe por que os que violam os direitos alheios o fazem por possuírem a total certeza de que nada nem ninguém, "abaixo" deles, fará algo a respeito. Se não há denúncia, não há investigação e, não havendo investigação, não há punição. Quanto maior for o número de reclamações oficiais e críticas institucionais, menor será a impunidade destes que fazem, do espaço público que é a universidade, o seu feudo particular.
As regras são claras e não podem ser violadas. Quando as regras não são perfeitas, ou são incompletas, mobilizações devem (e podem) ser feitas exigindo a modificação ou correção do que precisa ser melhorado. Isto é um direito inalienável do cidadão: o direito de exigir o melhor para a coletividade. Mas se diante dos problemas todos se calam, então se faz valer o dito popular: "quem cala consente!"
SE VOCÊ SE SENTE PREJUDICADO, POR QUEM QUER QUE SEJA, DE QUE MODO SEJA, PROCURE SEUS DIREITO!!!
FAÇA UMA RECLAMAÇÃO OFICIAL. FAÇA POR ESCRITO, PESSOALMENTE, OU POR MEIO DE UM ORGÃO DE REPRESENTAÇÃO, COMO UM CENTRO ACADÊMICO, COMO UMA CHEFIA DE CENTRO OU UMA DIRETORIA DE DEPARTAMENTO.
ALÉM DESTES, HÁ A OUVIDORIA!!!
ALÉM DESTE, HÁ O MINISTÉRIO PÚBLICO!!!
Não se cale.
Reclame! Lute! Mas faça isto do jeito certo.
Sobre a biblioteca:
Quanto maior for o número de reclamações oficiais junto á instituição e à administração da universidade, maior será a força de nossa reivindicação e maior ainda será a possibilidade destes problemas serem resolvidos, e rapidamente.
Não seja conivente com o que está errado.
Saiba quais são seus direitos e como fazer para garantir a integridade deles.
Não sofra calado, sozinho, por algo que, juntos, podemos resolver...

MOBILIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA - continuação

Sobre o IHGRN.
Tal instituto é um órgão público que está aos cuidados da administração pública, quer seja federal ou estadual. Embora tenha vínculos com a UFRN, principalmente com o CCHLA - em especial com os cursos de história e geografia -, não há qualquer relação administrativa entre estas partes. Supor, ou exigir, que a universidade ou qualquer outra agência ou instituição assuma a responsabilidade do IHGRN é desconsiderar, ou mesmo ignorar, que tal instituição tem sua própria administração, que também recebe recursos da união e que, além de tudo isto, tem um grupo de associados e "convidados" que lhe gerem e regulam em suas ações.
Abandono? Com certeza há. E certamente não podemos - e nem devemos - ficar de braços cruzados. Mas o que fazer? Com certeza não é qualquer tipo de ação que vai gerar benefícios à instituição em questão. Mais do que isto: parece que, nos últimos tempos, a única coisa que vem à cabeça da mobilização estudantil, mesmo a universitária, é o protesto, o piquete, o ato de repúdio. Trabalhar, voluntariamente, em nome da Cultura, e por amor ao patrimônio (seja ele qual for) parece não fazer parte das inspirações e motivações dos que se reúnem em protesto, exigindo melhores ações "do governo" e tudo mais.
A pergunta que me faço é: Será que somente os "outros" possuem responsabilidades, deveres e obrigações? Será que somente "o governo" é quem deve assumir o papel de preservar, produzir e perpetuar os bens de nossa cultura? Será que é tão somente este "outro alguém", sujeito oculto que está sempre presente nos discursos inflamados dos que sobem aos palanques dos protestos e reivindicações, quem tem que fazer o que precisa e deve ser feito?
Dizemos: "alguém precisa fazer", "alguém tem que fazer", como se nós mesmos não pudéssemos fazer a mesma coisa. Podemos e devemos!!! A questão é: como???
Quem se interessar em fazer algo, e fugir do discurso vazio dos que a tudo criticam - por esporte e/ou por lazer - sem nada fazer, então eis as possibilidades:
1º) Muitos professores do Departamento de História e do Departamento de Geografia possuem Grupos de Estudo que estão em contato íntimo e direto com o IHGRN. Estão sempre em contato com os arquivos, hora fazendo pesquisas, hora fazendo a manutenção, hora fazendo a restauração. Todos estes Grupos de Estudo possuem bolsistas responsáveis, contudo, há sempre espaço para o voluntariado. Todos eles são carentes de voluntariado, para que este trabalho possa seguir adiante, mais rápido, mais firme e mais longe.
2º) Mesmo que o estudante voluntário não ganhe $$$ por seu trabalho, uma vez que não é bolsista, ainda assim ele ganhará benefícios, tais como:
a) "pagamento" das 200 horas exigidas pelo novo currículo;
b) incrementação do próprio currículo, contabilizando a experiência adquirida durante o período em que esteve trabalhando como voluntário;
c) acúmulo de conhecimento teórico e prático que não se tem em sala de aula, e que só surge quando se depara com a situação real da prática real.
Estes são alguns benefícios, existem outros.
Não é somente no IHGRN que existe a oportunidade de se trabalhar como voluntário, existem outros Grupos de Estudo que trabalham com diferentes temáticas e técnicas de produção de conhecimento. Basta apenas querer e se informar à respeito.
PROCURE O DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA E SAIBA QUAIS GRUPOS DE ESTUDO EXISTEM E COMO VOCÊ PODE PARTICIPAR COMO VOLUNTÁRIO.
Este é, também, um meio e um modo de ser CIDADÃO, de ser ATUANTE dentro do que deveria ser o Movimento Estudantil.

MOBILIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA - início

Saudações a todos, caros amigos e colegas de curso.
Gostaria de conversar um assunto sério com todos.
Nesses dias eu fui abordado por uma amiga e colega de curso. Ela me pediu para dar uma olhada na comunidade "UFRN - História 2008" e ler a postagem sobre o IHGRN. Ato contíguo, pediu-me que, na qualidade de presidente do Centro Acadêmico de História, fizesse algo a respeito.
Fiz o que me foi pedido. Entrei na comunidade e lí o que fora postado. Ví, com crescente contentamento, a mobilização que se formava ao redor da causa IHGRN. De fato, estamos precisando de mais mobilização estudantil, menos politicagem e maiores e mais constantes iniciativas de nosso corpo discente. Mas será que só isto basta?
Na posição em que me encontro, não posso me dar ao luxo de falar o que quiser e bem entender sem antes conhecer, o mínimo possível, sobre o que pretendo criticar. Fiz uma pesquisa sobre o IHGRN, suas relações com o Curso de História da UFRN e demais setores públicos. Conversei com outros estudantes, os quais são atuantes junto ao referido instituto e coletei o máximo de informações possíveis dentro do prazo que tive - 04 dias. Paralelo a esta pesquisa, chegou-me informações sobre o estudante que iniciou a mobilização, suas motivações, etc. Havendo, portanto, informações suficientes para dar uma resposta "responsável", em nome de um Centro Acadêmico, procurei novamente o tópico da mobilização. Qual não foi a minha surpreza ao encontrar apenas os comentários dos visitantes do tópico e uma "despedida" de quem o criou. Suas outras falas estavam deletadas. O motivo disto eu desconheço, e a esta altura não me importa (uma vez que só possuo as informações que me foram passadas por terceiros, e que no momento não devem servir de base para qualquer tipo de julgamento - assim diz o bom senso).
O que ví, nesta noite, e que me deixou refletindo durante boa parte da madrugada, é o reflexo de comportamentos negativos que estão se tornando cada vez mais comuns entre os universitários: o comodismo hipócrita e a mobilização demagógica.
É muito fácil e cômodo o estudante sentar a bunda numa cadeira e ficar arrotando críticas à tal ou qual gestão de tal ou qual centro acadêmico. Levantar para trabalhar é que é difícil: nunca dá tempo, nunca há condições "favoráveis" para auxiliar. Participar é uma realidade surreal e muitos jogam nas costas de poucos o dever e a responsabilidade de responder por suas deficientes vontades. Deficiente sim, pois se baseia na falta de responsabilidade, na falta de deveres e na falta de discernimento.
Pior do que não fazer, é estragar a oportunidade de outros fazerem. Este tipo de crítica mina a vontade de participar que surge em outros. As vezes há a vontade de realizar algo, mas a coragem é tão pouca que acaba por esvair-se como tênue vapor. Os poucos com vontade e coragem férrea, e que iniciam este tipo de ação, levando-a adiante, se deparam com toda sorte de dificuldades e críticas, muitas delas injustas e/ou baseadas em inverdades.
Quando uma pessoa inicia este tipo de movimento, sem sentir a real necessidade de efetuar a transformação proposta, tira a força de quem quer fazer, pois assim este ultimo é colocado, junto com o primeiro, no saco dos que "só sabem falar".
Quantas e quantas pessoas já desistiram de se envolver em mobilizações por estarem descrentes com este tipo de luta? O problema é das lutas? Não! O problema é dos que lutam, aliás, é da motivação dos que lutam - que na realidade não lutam, mas "arrebanham" gente para lutar em seu nome, e em seu lugar. Estes que lutam sem saber os motivos e as motivações de tal luta são, hoje em dia, conhecidos como "massa de manobra".
Gostaria, pois, de chamar a atenção destes dois tipos de estudantes de nosso curso e corpo discente:
Aos acomodados arrotadores de críticas destrutivas: você já fez alguma coisa? Você já se inteirou sobre o que está sendo feito? Como está sendo feito? Onde está sendo feito? Em suma: suas críticas possuem consistência e firmeza?
Aos nobres, mas inocentes, entusiastas das lutas universitárias: você sabe bem em que tipo de luta está engajando? Você sabe bem qual o real quadro da situação que envolve sua luta? Você já procurou saber o que se oculta além da superfície do que está se metendo?
O Movimento Estudantil Universitário não pode, de forma alguma, ser irresponsável. Na menor das possibilidades, somos formadores de opiniões, somos exemplos sociais, pois estamos em um nível de conhecimento muito maior do que a maioria das pessoas quem constituem nossa nação e, é claro, acabamos por ocupar posição de liderança. Isto é, per si, uma responsabilidade muito grande. E o que está sendo feito com tanto "conhecimento"? Até o momento, pouca coisa (boa)...
Esta conversa não é sobre o "C.A. de História". Não é sobre "A Ordem de Prometheu". Não é sobre o "Curso de História". É tão simplesmente sobre RESPONSABILIDADE. É sobre ÉTICA. É sobre COMPROMISSO. É sobre CARÁTER!
Se, depois de tudo isto, ainda existir alguém que queira se colocar no trono real dos que a tudo criticam sem nada fazer - e sempre existirá este tipo de "gente", então é a estes que me dirigo agora:
POR FAVOR, NÃO ESTRAGUEM A OPORTUNIDADE DOS QUE QUEREM RELMENTE OPERAR UMA MUDANÇA POSITIVA NESTA SOCIEDADE.
Já é dificil fazer alguma coisa boa sem ajuda. Pior ainda é ter que fazer o mesmo tipo de ação com tantos entraves desnecessários.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

ATA NÃO OFICIAL DA ÚLTIMA PLENÁRIA

Caros estudantes, está postado abaixo a ata da última plenária do DEH, segundo observações feitas pelo secretário do Centro Acadêmico do curso de História (A ORDEM DE PROMETHEU).
OBS: A ata oficial, redigida pelo próprio secretário da plenária será apreciada para aprovação na próxima plenária.
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Pauta-síntese
Plenária do DEH
Data: 13 de agosto de 2008
Início: 14:20
Final: 18:03

► Informes

· Uma vaga para professor efetivo para disciplinas relacionadas a Brasil Império e Colônia proporcionada graças à adesão ao REUNI;
· Foi mencionada a possível aposentadoria de Zoroastro;
· Mencionado o problema a ser discutido sobre a transferência do Núcleo da Seca para o espaço físico do LARQ; Maria Emília disse que não permitirá que os artefatos saiam do LARQ se não tiverem um local para ir;
· Foi justificada a saída do professor substituto Rodrigo; com a chegada de Henrique Alonso, um dos cinco substitutos deveria sair, e foi constatado certa “indisciplina” e abaixo assinado dos estudantes contra o professor citado, o que foi decisivo para a escolha;
· O DEH não se manifestará a respeito da “carta de repúdio” fixada no corredor do bloco A do setor II, visto que não está assinada. O Centro Acadêmico apoiou a decisão, negando qualquer envolvimento em tal acontecimento;
· Sobre critérios de seleção de bolsista de apoio técnico para o Núcleo de Estudos Históricos, Arqueológicos e Documentais (NEHAD), o coordenador pedagógico do curso preferiu não escolher bolsistas do curso, trazendo um estudante de outro departamento, decisão que pertence ao coordenador;
· Para solicitação da sala C-5, fazê-lo com antecedência; o professor Almir Bueno sugeriu que só se pudesse fazer reserva com até um mês de antecedência, para evitar um semestre todo já marcado, prejudicando assim, professores que querem utilizar a sala, mas que a mesma já estaria marcada há tempos;
· O professor Zoroastro propôs cortinas para as salas de aula que já dispõem de data-show e retro-projetores, para que as mesmas pudessem ser utilizadas durante o matutino, eliminando assim o problema de luminosidade nas salas, seriam então, três salas que poderiam servir de suporte para aulas com vídeos, slides e transparências; o professor recebeu resposta do CCHLA que não tinha previsão para tal, o que fez o professor cogitar utilizar-se de seus próprios recursos financeiros para tal;
· Devido principalmente ao acidente ocorrido com um estudante de Geologia em uma aula de campo no Cabugi, onde o mesmo chegou a falecer, e cumprindo a resolução número 108/2008, agora o professor e os estudantes devem assinar um termo de responsabilidade para ir às aulas de campo (incluindo estágios); para conseguir diárias e ônibus para viagens,o termo também deverá ser cumprido;
· ENADE: ocorrerá em 09 de novembro para alunos do último ano e do primeiro, o cadastro é até o final do mês corrente;
· As aulas, no período do Encontro Internacional de História Colonial (16 a 19 de setembro), serão paralisadas;
· O NEHAD contribuirá na organização do museu localizado em Ceará-Mirim, que foi cedido da posse de Geraldo Melo ao Ministério Público e a Fundação José Augusto; acontece que o museu logo foi saqueado e agora uma família mora no local, e por causa deles, os saques diminuíram;

►Sobre a Pauta

1º O colegiado indicaria professores para orientação acadêmica com mandato de dois anos, sendo possível a prorrogação;
Não poderia ter menos de 20 orientandos, nem mais de 60;
Impasses:
· Cada professor trabalharia com a capacidade máxima;
· Como dividir os orientandos;
· Quanto aos professores que podem se afastar no período das orientações;
· Aumento progressivo dos alunos ingressantes;
· Os professores de farmácia passam duas horas por dia atendendo seus orientandos, porém o curso só tem uma entrada e um turno;
Foi proposto que essa discussão fosse adiada para o Colegiado em reunião extraordinária;
Uma comissão foi formada com: Aurinete, Renato e Margarida;

2º Critério para definição de docentes de disciplinas “problemáticas”:
· Professores concursados para a cadeira;
· Rodízio de professores nas disciplinas;
Proposto reuniões especialmente para essa discussão.

3º Comissão formada: Maria Emília, Raimundo Nonato, Durval, Almir, Renato e Possamai (suplente);

4º Falta um vice-coordenador. Ninguém se propôs. A decisão ficará para a próxima plenária. Se não aparecer candidato até lá, foi proposto que Aurinete seja a coordenadora e Almir o vice.

5º A chefia do departamento enviará por e-mail o rascunho das áreas que precisam de professores, o proposto inicialmente foi:

RN
AMÉRICA
ECONOMIA GERAL
ANTIGA I E MEDIEVAL I
MEMÓRIA E PATRIMÔNIO

Professores substitutos entrarão apenas em casos de afastamento do efetivo;
Houve grande discussão acerca da área necessária para se conseguir uma vaga de professor efetivo, que pode vir a ser proporcionada pelo CPDI;

Os itens 6º, 7º, 8º e 10º ficaram para outra reunião por falta de tempo;

9º Aprovado.

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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

REUNIÃO ORDINÁRIA DO DEH

Boa Tarde senhores e senhoras estudantes do curso de História.

Informamos que no próximo dia 13 de agosto de 2008 (Quarta-feira), às 14:00 horas na sala C-5 do Setor de aulas II, ocorrerá a reunião ordinária programada para o mês corrente.
Vale ressaltar a importância da presença do corpo discente na reunião. Todos têm direito a voz, e dois votos, representados por membros do Centro Acadêmico de História.

Segue abaixo o e-mail na íntegra, recebido pelo Centro Acadêmico com a convocação para a reunião.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

Convocação

De ordem da Chefe do Departamento de História, Profª. Maria EmíliaMonteiro Porto, convocamos Vossa Senhoria a participar da reunião ordinária, com a Chefia do Departamento, a realizar-se:
Dia: 13/08/2008 (Quarta-feira)
Horário: 14 h
Local: Sala C-5 – Setor II

PAUTA:
1. Orientação Acadêmica;
2. Critérios para definição dos professores nas disciplinas do DEH;
3. Formação de Comissão para elaboração do Plano Trienal 2010-2012;
4. Reforma do Projeto Político Pedagógico do DEH;
5. Vacância de cargos administrativos do Departamento;
6. Projeto para Solicitação de vagas para Professor efetivo;
7. Solicitação de disciplina História da Cultura para Curso deDesign DA;
8. Proposta do Centro Acadêmico, referendada pelo Prof. Luiz Eduardo Suassuna de homenagem ao Prof. Clyde Smith dando seu nome ao Auditório do Curso de História(sala C-5) ou ao NEH;
9. Apresentação de Plano de Ação do NEHAD por Raimundo Nonato;
10. Afastamento da servidora Evanucia para Treinamento em Restauração no Arquivo Nacional do RJ;
11. Apresentação de projeto Memorial do Livro Didático de Nonato e Margarida.

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Contamos com a presença dos estudantes.

Atenciosamente,

Centro Acadêmico de História
A ORDEM DE PROMETHEU

quinta-feira, 31 de julho de 2008

SELEÇÃO PARA BOLSISTAS

O Centro Acadêmico de História: A ORDEM DE PROMETHEU, vem chamar a atenção dos alunos de nosso curso para a seleção de bolsistas que ocorrerá agora no início do mês de agosto. Os cartazes estão no corredor do DEH, porém, como estamos em época de férias e o número de alunos que transitam por lá é muito pequeno, decidimos postar aqui no nosso blog para que a informação alcance o máximo de estudantes possíveis. Abaixo vocês podem conferir as informações necessárias.

SELEÇÃO DE BOLSISTA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA/PROPESQ PARA O PROJETO DE PESQUISA: “A BELLE ÉPOQUE POTIGUAR: CULTURA E POLÍTICA NO RIO GRANDE DO NORTE NA PRIMEIRA REPÚBLICA”, COORDENADO PELO PROFESSOR ALMIR DE CARVALHO BUENO.

ISCRIÇÕES: De 04 a 05 de agosto na Secretaria do Departamento de História.
REQUISITOS:
· Não estar cursando os dois últimos semestres do curso;
· Não ter tido nenhuma reprovação por nota;
· Ter domínio de informática (editor de texto, planilhas eletrônicas);
· Conhecer os compromissos do bolsista estabelecidos no Edital nº 001/2008-PROPESQ.
DOCUMENTAÇÃO:
· Duas cópias do histórico escolar, identidade e CPF entregues no ato da inscrição.
ETAPAS DO PROCESSO DE SELEÇÃO:
1. Dia 06 de agosto a partir das 9h – Entrevista com o professor coordenador;
2. Dia 07 de agosto às 9h – Divulgação do resultado.



SELEÇÃO – BOLSISTAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA –
Professor: Henrique Alonso


PROJETOS:

a) Memórias da Ditadura Militar no Rio Grande do Norte;
b) A América Latina vista em caricaturas nos Estados Unidos.

Vagas: duas, sendo uma bolsa CNPq/PIBIC e uma bolsa UFRN/PROPESQ.

REQUISITOS BÁSICOS:
· Possuir IRA igual ou superior a 7,0;
· Não possuir reprovação;
· Aluno(a) que tenha ingressado na UFRN nos anos de 2006, 2007 ou 2008;
· Ter tempo disponível para envolvimento com as atividades dos projetos (20 horas semanais);
· Conhecer e aceitar os “requisitos e compromissos do bolsista” conforme disponibilizado no site da UFRN/PROPESQ (www.propesq.ufrn.br);
· Possuir conhecimentos elementares de informática (internet, word);
· Estar disponível para, eventualmente, estudar ou utilizar textos em língua inglesa nas atividades do projeto.

DOCUMENTAÇÃO:

· Duas cópias do histórico escolar, CPF e identidade;
· Carta, com no máximo uma página, justificando o interesse do(a) candidato(a) em participar desta seleção;
· Os documentos poderão ser entregues na Coordenação do curso de História, na secretaria do Departamento de História, ou ainda diretamente ao professor coordenador.

CRONOGRAMA SELEÇÃO:

a) Inscrições: até às 20:30 do dia 05.08.2008 (terça-feira);
b) Entrevistas com o professor: das 7h30min às 8h30min e das 10h30min às 12h do dia 06.08.2008 (quarta-feira);
c) Resultado final: 07.08.2008 (quinta-feira).

OBS: Aos interessados encontra-se disponível na reprografia do CCHLA cópias dos projetos (procurar pasta de “Metodologia da História” do professor Henrique Alonso.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Ofício à Biblioteca Central

Gostaríamos de informar aos caros estudantes do curso de História, que ontem (09.06.2008), segunda-feira, foi enviado à direção da Biblioteca Central Zila Mamede, um ofício solicitando providências quanto as estantes que acomodam os livros de História. Uma cópia do que foi enviado segue abaixo para conhecimento de todos. Postaremos quando tivermos alguma resposta.


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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE – UFRN
CENTRO ACADÊMICO DE HISTÓRIA
GESTÃO: A ORDEM DE PROMETHEU

Natal, de junho de 2008, à direção da Biblioteca Central Zila Mamede.

O Centro Acadêmico do Curso de História da UFRN, vem por meio desta, demonstrar toda sua insatisfação, em nome dos alunos de nosso curso, para com a falta de iluminação do corredor referente às classes 8 e 9, onde encontram-se os títulos mais utilizados pelos nossos colegas de curso, que ao entrarem no corredor citado, deparam-se com uma escuridão e abandono da seção. Pedidos visando à solução dos problemas já foram feitos por alguns alunos, informalmente, na própria Biblioteca, contudo, não obtivemos nenhum resultado, fazendo-se então necessária a intervenção do Centro Acadêmico, representante de todos os estudantes do curso, por meio deste ofício endereçado à Direção.
Para endossar nossa solicitação, pedimos que dêem uma olhada nas imagens abaixo:


Esperamos que sejam tomadas as devidas providências, o mais breve possível, para melhor atender aos usuários da BCZM e, principalmente, aos estudantes do Curso de História.
Atenciosamente,
Secretaria do Centro Acadêmico de História.

Pede deferimento.

cahisprometheu@yahoo.com.br
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Obs: As imagens foram nítidas, ao contrário destas postadas, e foi enviado uma cópia do ofício impressa, e outra igual por e-mail.
Sem mais,
Secretaria do Centro Acadêmico de História
A ORDEM DE PROMETHEU

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Plenária do dia 13 de Maio de 2008



O Centro Acadêmico de História, gestão 2008-2009 A ORDEM DE PROMETHEU, fez-se presente na Plenária realizada pelo Departamento de História na última Terça-feira (13 de maio de 2008) na sala C-5.


A pauta será postada, junto com as pautas de próximas plenárias, futuramente em um espaço destinado a isso. Assim, quem não puder ir, ou não preferir ir, pode ter acesso ao que foi discutido. Lembrando que qualquer aluno pode freqüentar as plenárias e tem direito à voz. Só não a voto.


Foi entregue ao aluno LEONARDO, pelo professor CLYDE SMITH JR o prêmio referente à vitória do concurso "FAÇA SUA LOGO" realizado pelo Departamento de História. O Prêmio foi um livro. A logo vencedora estará brevemente exposta no site: www.cchla.ufrn.br/historia






Também foi entregue, desta vez a Professora chefe do Departamento Dra. Maria Emília, um ofício que prevê uma homenagem ao Professor Clyde Smith Jr.

O objetivo do ofício é a mudança do atual nome da sala C-5 (AUDITÓRIO DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA) para "AUDITÓRIO CLYDE SMITH JR." Tendo em vista a homenagem justa ao professor que tanto contribuiu para a melhoria do Curso de História da UFRN. O professor Clyde foi um dos professores que mais utilizou a sala em questão para suas aulas. Por isso, pensamos ser de bom tom a homenagem. Além de ter sido o maior colaborador de doações de livros para o curso de História, indubitavelmente.

O Secretário do Centro Acadêmico foi quem entregou em mãos o documento à professora Maria Emília. Estamos aguardando respostas.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Solidariedade ao Movimento Estudantil da UNB




Saudações a todos, caros amigos e companheiros estudantes do Curso de História da UFRN.

Hoje eu estou triste.
Mais do que isto, estou desapontado, estou angustiado e estou envergonhado.


Em busca de interar-me um pouco mais sobre o que está acontecendo na Universidade de Brasília - UNB, encontrei algumas críticas, hora tecida por alunos, hora tecidas por gente totalmente alheia ao universo acadêmico. Cada opinião manifestava-se sobre o fato mais notório e, também, o mais banal: a ocupação da reitoria.

Muitas pessoas, principalmente as que estão fora da universidade, abrem a boca para condenar
as atitudes dos estudantes. Estas mesmas pessoas também se apressam a manifestar juizos de valores sobre a integridade dos universitários militantes. Hororizam-se com a "destruição de um patrimônio público" e com a "selvageria juvenil" destes estudantes. Mas o pior de tudo é perceber que estas pessoas, ao condenarem os estudantes, parecem esquecer que o motivo pelo qual estão invadindo e destruíndo não é outro senão uma luta solitária pela justiça, pela retidão, pela probidade, pela honestidade, pela democracia que tanto nos orgulhamos em ter e defender.

Mas não é isto que me deixa triste, desapontado, angustiado e envergonhado.

O que me deixa triste é ver meus conterrâneos, meus irmãos de origens, lutarem contra um sistema apodrecido que não se avexa em macular, com seu toque pútrido e corrupto, a visão dos que não lhes conhecem nem lhes reconhecem como a parcela podre de nossa sociedade. Vestidos com a capa de herois, são monstros disformes que violam a moral, a verdade e a justiça, fazendo com que todos os que lhe são adversários passem por criminosos, quando na realidade são eles mesmos a origem de todos os malhes de nosso povo. Eu me entristeço quando vejo um irmão de origem apanhando como um cão sarnento, justamente por defender aquilo que todos os que acreditam em nossa constituição deveriam defender. Me entristeço pois vejo que o levante dos que buscam as coisas certas se faz passar por ação criminosa, e deste modo o mal sempre prevalece, se passando por bem.

O que me deixa desapontado é a inatividade e o desinteresse dos que, não estando lá, nada fazem em apoio aos que, lutando e sofrendo, defendem um interesse universal entre os estudantes universitários. Abrem a boca para falar de banalidades e trivialidades. Se julgam sábios em manifestar opiniões inúteis e muitas vezes pré-conceituosas, seja sobre o que for, mas se calam e se omitem quando a temática é a tomada de uma postura enérgica contra um opressor que não se acanha em violar, enganar, subjulgar, subverter... Meu desapontamente é proporcional à capacidade de desunião existente entre os estudantes. Meu desapontamente é proporcional à capacidade de aceitação e acomodação dos que, sabendo que as coisas erradas acontecem, e sabendo que isto lhes afeta direta e/ou indiretamente, e ainda sabendo que são sempre os prejudicados, nada fazem e nada dizem, pois se acovardam. meu desapontamento nasce da hipocrisia dos que tudo falam e nada fazem. Meu desapontamento se firma quando, buscando aliados para lutar pelo que é justo e correto, vejo costas curvadas surgindo diante de meus olhos incrédulos. O Movimento Estudantil é, hoje, um movimento de fuga...

O que me deixa angustiado é a impotência que sinto diante da necessidade de lutar por uma coletividade que não se interessa em melhorar sua própria situação, mas que não se reserva das crítica aos que, vestidos de coragem e audácia, lutam contra a corrupção, e com isto denunciam as fraquezas dos que nada dizem e/ou nada fazem. A minha angustia está, também, diante do fato de que estes que se acovardam, mesmo criticando os que lutam, também não se intimidam em comemorar a vitória dos que por eles foram criticados. Se beneficiam das consquistas alheias, e tomam posse delas como se fossem suas próprias conquistas, e convenientemente se esquecem da luta e do sofrimento dos verdadeiros herois, sempre anônimos, sempre esquecidos, mas também sempre condenados por sua coragem e audácia.

O que me deixa envergonhado é a inversa coragem que temos em nos dizer pertencentes à Movimentos Estudantis, e no entanto não encontramos modos de manifestar nosso apoio e nossa solidariedade ao que estão lá, bem longe de nós, lutando pelo que também lutamos, lutando pelo que também acreditamos, lutando contra o que também nos revolta, lutando contra o que também nos viola os direitos. A realidade deles é similar á nossa. Eles sofrem com os mesmos problemas, e embora a vitória deles não traga benefícios à nossa universidade, ela é um símbolo, um ícone, uma representação de que também podemos lutar e vencer, e de que a impunidade, quando combatida, não encontra lugar entre os justos. A vitória de um estudante é a vitória da categoria estudantil. A derrota de um estudante é, também, a derrota da categoria estudantil. E é vergonhoso ver tão poucos lutando pelo que tantos sabem que é necessário fazer, mas não fazem. Minha vergonha é a vergonha que se deita sobre os estudantes omissos, sobre os estuadantes acovardados, sobre os estudantes vendidos, sobre os estudantes hipócritas, sobre os estudantes, portanto, de forma geral, pois o rótulo que cabe em um, acaba cabendo em todos.

Enquanto estudante, enquanto universitário, enquanto cidadão, enquanto ser humano, eu não posso me calar e aceitar que um reitor, ou professor, ou seja quem for que, enquanto corrupto, destrua toda uma universidade, ofertando-se luxo e requinte às custas da má formação acadêmica dos seus alunos. As verbas de uma universidade pertencem á universidade. A universidade são seus alunos e seus professores. Somos a base desta pirãmide e, portanto, a força mais poderosa. Somos o objetivo principal da existência de uma universidade, seja ela pública ou particular. E está mais do que na hora de aceitarmos e reivindicarmos o real valor que temos.

Se temos o poder de dar autoridade a um presidente, também temos o poder de retirar esta autoridade.
Se temos o poder de dar autoridade a um reitor, também temos o poder de retirar esta autoridade.
Se temos este poder, então também temos a responsabilidade de usá-lo sempre que necessário.
Não somos nos quem temos que temer nossos "representantes".
São eles quem precisam nos respeitar, enquanto eleitores, e temer, enquanto seres conscientes e dotados de vontades, direitos e deveres.

Aos estudantes de Brasília, deixo aqui os meus votos de sucesso e minha declaração de solidariedade e, embora não possam me escutar, quero que saibam que mesmo aqui, em Natal, em benefício à categorai estudantil, também farei a minha parte para fazer de nossa sociedade uma sociedade melhor.

Sei que não estou sozinho, mas quero que saiba que você, que chegou até este ponto, e que também sente esta mesma vergonha, esta mesma angustia, esta mesma tristeza e este mesmo desapontamento, também não está sozinho.

Nós não estamos sozinhos.

Nunca!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Projeto de Extenção

Certa vez, numa das viagens realizadas pela SONARQ - Sociedade Norte Rio-Grandense de Arqueologia e Meio Ambiente - junto com o Clube dos Jipeiros de Natal, pudemos tomar conhecimento de uma comunidade que existe nas proximidades de João Câmara, conhecida como "Os Mendonças do Amarelão". Os habitantes desta comunidade reclamam serem descendentes dos Tapuias e que aquela comunidade existe, salvo engano, a cerca de cem anos.

Observando atentamente a comunidade, não é dificil perceber que ela padece dos mesmos males que todas as comunidades carentes que sofrem de um determinado isolamento - social, político e geográfio, por exemplo - são submetidas. Pior do que isto, tal comunidade, embora reclame heranças etnicas indigenas, não apresenta quaisquer caracteres que apontem tais heranças.

Este problema se enquadra no que muitos estudiosos de diversas e diferentes ciências já perceberam: os filhos Rio Grande do Norte muito dificilmente se percebem como individuos inseridos num universo cultural particular, e como possuidores de certos caracteres culturais que os destacam, de maneira positiva, dos demais "nordestinos" e "brasileiros".


O projeto propriamente dito baseia-se nas realizações do alfabetizador Paulo Freire e, também, em grande parte, em projetos já existentes na UFRN, como é o caso do VER/SUS - Vivência do SUS em Santa Cruz, realizados pelos alunos de diversos cursos, com grande predominância, até o presente momento, de alunos dos cursos de biomedicinas.

Este projeto, pois, seria realizado não só pelo corpo discente do curso de História da UFRN, mas será, antes, um ação conjunta coordenada por este e em parceria com o corpo discente de outros cursos e instituições, bem como de alunos de outros níveis de formação superior, como mestrados e doutorados.

Tal articulação possibilitará não só uma boa margem de sucesso na aplicação deste projeto, mas também facilitará a aplicação prática do conhecimento, bem como o intercambio tão desejado pelas promessas previstas na tão comentada interdisciplinaridade científica.

O projeto consiste num "apadrinhamento" da comunidade, nos moldes dos programas de assistência libertadora de Paulo Freire. A história contribuiria com a construção do passado da comunidade e de seus integrantes, fazendo, por exemplo, uma pesquisa da árvore genealógica das famílias "mais antigas", até que possam ser definidas as raizes etnicas destes, uma vez que bem sabemos que o termo "Tapuia" era uma nomenclatura genérica aplicada às diversas tribos indigenas que habitavam o sertão do RN. As demais ciências contribuiriam, cada qual dentro de seu próprio universo científico, e o resultado final seria publicado num livro que irá conter todos os passos deste ação de cidadânia, partindo dos primeiros contatos até a etapa final.

Tal proposta ainda está em fase de amadurecimento e, como já fora mencionado, o seu sucesso dependerá em grande parte do empenho e do entusiasmo dos estudantes desta instituição, uma vez que serão estes também serão os grandes beneficiados pelos resultados finais.

Quem desejar se instruir a cerca deste projeto, poderá consultar a DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS que, neste caso, também trabalhará juntamente com a DIRETORIA DE ARTICULAÇÃO ENTRE CURSOS.

Fique de olho, pois mais e mais propostas serão apresentadas em tempo hábil.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

O Corpo Discente de História e os outros cursos

Desde julho do ano passado, 2007, alguns alunos desta chapa de Centro Acadêmico estiveram - e ainda estão - envolvidos com ações, eventos, atividades e projetos de extensão promovidos por outros Centros de Ciências, como o das ciências médicas e biológicas e o das ciências sociais aplicadas.

Após diversos contatos com várias entidades estudantis organizadas, os membros desta chapa perceberam o quanto a dedicação e a união pode fazer a diferença na promoção de um determinado curso. Percebemos, também, que há um problema comum que afeta a todos os estudantes da universidade: a falta de apoio dos centros e, consecutivamente, da própria UFRN, bem como a falta de contato e apoio entre os próprios discentes. Mais do que isto: a falta de contato, gerada por um crescente e inconsciente isolacionismo, têm afetado de forma negativa o progresso de todo e qualquer projeto elaborado pelos estudantes que, preocupados com seu papel dentro da Academia e dentro da Sociedade, buscam meios de aplicarem, em nome de um benefício coletivo, os conhecimentos conquistados no decorrer de sua formação. Outra constatação foi a de que, mesmo em cursos conceituados como Medicina e Odontologia, o número de alunos participantes de projetos de extensão é reduzido, e que a carência de apoio das outras ciências faz cair na mesmice todo e qualquer tentativa de inovação.

Desde o semestre passado alguns alunos do curso de História tiveram positivas participações em projetos realizados por cursos como os da área de saúde - VER/SUS. Tão positivas foram as participação que, mesmo hoje, em vésperas da realização de um congresso nacional sobre saúde pública, as lideranças estudantis dos cursos de biomédicas cobram a participação de estudantes de história, detentores do conhecimento específico da saúde dentro de perspectivas de culturas e tempos diferentes do nosso.

As oportunidades não param de surgir diante daqueles que se dispõem a pensar e trabalhar em benefício próprio.

Com o curso de Letras e de Comunicação Social há a possibilidade de realizar dois projetos distintos. Com Letras, há a possibilidade de implantar, em escolas municipais e estaduais, um projeto que estimula a leitura crítica - histórica e literária - de livros considerados obras primas da humanidade. Com o curso de Comunicação Social, em especial os com habilitação em Jornalismo, há a possibilidade de estarmos trabalhando com os estudantes secundaristas a implantação de um jornal escolar nestas mesmas instituições - estaduais e municipais (e, por quê não, nas particulares também?).

Dentro da aplicação prática do conhecimento científico, um grupo organizado de estudantes poderá, por exemplo, criar laços de mutua aliança entre alunos do mestrado e, junto destes, e de professores voluntários e alunos e professores de outros cursos e instituições, fazer por este Estado o que ainda não foi feito: um sistemático trabalho de resgate cultural, patrimonial e histórico. Trabalho para ser feito há, e muito. Muitos são os professores que fazem alertas sobre esta necessidade como, por exemplo, fazer um levantamento sobre as imagens sacras das igrejas deste Estado. As possibilidades que se descortinam são infinitas...

Cada diretório conta com uma gama de propostas, algumas engatilhadas, outras ainda em fase de formação, mas todas carentes de apoio e participação do Corpo Discente do Curso de História da UFRN.

Os alunos interessados poderão obter as informações necessárias para o devido esclarecimento com o diretor de cada diretório. As equipes já estão sendo formadas e os trabalhos já começam a ganhar corpo. Todas as propostas existentes serão publicadas e o andamento delas, bem como o de todo e qualquer outro projeto, oriundo das diretorias ou de alunos de dentro do corpo discente, serão discutidas em reuniões periódicas a serem agendadas.

"Sozinhos podemos chegar rápido, mas juntos, podemos chegar longe!" - Bill Clinton, ex-presidente norte americano.

quinta-feira, 13 de março de 2008

AS PROPOSTAS

Divididas segundo sua natureza, existem três tipos de proposta apresentadas por esta chapa:

> As que se referem à organização estrutura do próprio Centro Acadêmico.
> As que se referem ao Corpo Discente do Curso de História da UFRN.
> As que se referem à obtenção e aplicação do conhecimento científico da História.


SOBRE AS PROPOSTAS REFERENTES AO CENTRO ACADÊMICO
Para que o Centro Acadêmico de História possa melhor desempenhar o papel a que se destina, é preciso modificar, de maneira quantitativa e qualitativa toda a sua estrutura, desde sua estrutura até a finalidade de suas partes componentes. Um esboço de parte destas mudanças foi traçado quando foram apontadas as cinco "Colunas". Cada diretório - acessado pelo hiperlink ao lado - irá apresentar, detalhadamente, seus objetivos e metas já previstos. Contudo, isto não é tudo.

A maior mudança está na possibilidade de cada aluno, independente do seu nível de "graduação" - calouro ou veteraníssimo - participar da elaboração e realização dos projetos de cada diretoria. Em outras palavras, o universitário, identificando-se com tal ou qual diretório, poderá se voluntariar para fazer parte integrante de sua equipe e, com isso, trabalhar para melhorar não só a seu curso, mas também a si próprio.


SOBRE AS PROPOSTAS REFERENTES AO CORPO DISCENTE DO CURSO DE HISTÓRIA
Neste ínterim, outra grande mudança será realizada: a promoção de intercambio de conhecimentos e de auxílio mutuo entre diferentes áreas do conhecimento dentro e fora da História.
Este é o momento da interdisciplinaridade e, aliando forças com outros Centros Acadêmicos, o C.A. de História poderá ampliar suas margens de ação, bem como poderá possibilitar, ao seu corpo discente, uma maior gama de possibilidades, até então ignoradas. A História, enquanto ciência, toca diversas outras, enriquecendo-as e enriquecendo a si mesma neste processo. É, pois, pensando em potencializar esta possibilidade de enriquecimento, ainda dentro da universidade, que esta chapa buscou estabelecer contato com alunos integrantes de diversos outros cursos e áreas do conhecimento humano, sejam estes oriundos de ciências humanas, exatas, sociais aplicadas, biológicas ou médicas, entre outras.

Além destas "mudanças", também se faz necessário despertar, no íntimo do Historiador Universitário, o ímpeto de defender seus próprios interesses dentro de seu ofício, seja ele dentro da licenciatura ou dentro do bacharelado. O mercado de trabalho não surge por si próprio, a seu bel prazer. É preciso que as oportunidades sejam criadas e, sem a ação objetiva e efetiva dos historiadores, o mercado de trabalho - que pode oferecer uma infinidade de possibilidades - não será tão recompensador quanto deveria e/ou poderia ser. Para que a profissão historiador possa estar em destaque, seus agentes, os historiadores, devem entrar em destaque primeiro e, para isso, há uma série de projetos e ações que poderão alavancar o progresso e o sucesso daqueles que fazem a Ciência da História.


SOBRE AS PROPOSTAS REFERENTES À OBTENÇÃO E APLICAÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO DA HISTÓRIA
Uma modificação urgente está diretamente ligada à própria mentalidade do universitário, principalmente no que se refere ao modo de obter e aplicar o conhecimento científico.
Qualquer pessoa poderá observar, se olhar atentamente, que o corpo discente do curso de História é composto por pessoas de incontáveis faixas etárias, etnias, crenças, situações financeiras, estados civis etc. Mais da metade já faz parte do mercado de trabalho da cidade do Natal. Boa parte já possui sua própria família e outro, de igual forma, já iniciam a sua própria. Muitos, ainda dentro da universidade, já se preparam para trabalhar, outros, se preparam para a aposentadoria. Encontramos, pois uma miríade de pessoas, cada qual com uma história própria e praticamente todas elas vivendo uma vida plena de atividades. Embora existam aqueles que ainda não se perceberam dentro desta realidade, mas o fato é que praticamente todos já sabem, ou já ouviram dizer, que não são mais crianças.
Senhores de suas próprias vontades, a maior parte do corpo discente do curso de História possui competência mais do que suficiente para poder brilhar com o conhecimento que já conquistou. Compreendemos que, a cada semestre, um leque de disciplinas é ofertado ao aluno e, sendo aprovado, este já se encontra "habilitado" a manifestar seu conhecimento sobre tais conquistas. A partir do terceiro período da licenciatura, o aluno poderá dar aulas como professor estagiário. De igual forma, neste mesmo momento, os alunos do bacharelado já podem pleitear estágios em determinadas instituições. Se, para tanto, o aluno é capaz de exercer as mais primordiais atividades previstas dentro de sua graduação, o que o impede de ir mais adiante? O que o impede de buscar mais e mais? O que o impede de tentar crescer?
É, pois, pela busca destas novas possibilidades, destas novas oportunidades, que esta chapa esteve trabalhando, nos últimos meses. O resultado final é uma serie de planos e projetos que, patrocinados e organizados pelas nossas diretorias, favorecerão ao corpo discente do Curso de História da UFRN uma maior, melhor e mais proveitosa aplicação de seus conhecimentos merecidamente conquistados.


Informações mais detalhadas sobre estes projetos e planos serão encontrados nos blogs das respectivas diretorias. Visite-as...

AS MOTIVAÇÕES

Antes de falarmos das propostas propriamente ditas, um questionamento precisa ser feito: o que é um Centro Acadêmico?

"Um centro acadêmico no Brasil é uma entidade estudantil que representa, normalmente, os estudantes de um curso de nível superior, podendo representar estudantes de diversos cursos de uma mesma faculdade. Suas funções podem ser e em geral são diversas. Algumas delas são: a organização de atividades acadêmicas extra-curriculares como debates, discussões, palestras, semanas temáticas, recepção de calouros e realização de projetos de extensão; encaminhamento, mobilização e organização de reivindicações e ações políticas dos estudantes; mediação de negociações e conflitos individuais e coletivos entre estudantes e a faculdade; realização de atividades culturais como festas, feira de livros, festivais diversos, entre outros." - Wikipédia (acessado em 13/03/2008).

Um C.A. é a voz ativa e participativa de um corpo discente de um determinado curso em uma determinada instituição. Em nosso caso, trata-se do Curso de História da UFRN. Pelo C.A. o aluno se faz representar e atua positivamente junto aos demais componentes da universidade - corpo docente, funcionário e corpo discente de outros cursos. Mas não apenas representar, mas também organizar e estruturar as atividades que se destinam e/ou se relacionam a estes alunos. O C.A. é, ao mesmo tempo que um representante, também uma liderança.

Representar e Liderar, esta é a função de um Centro Acadêmico.


Nos ultimos anos, por fatores inúmeros - muitos deles ainda nebulosos demais para serem apontados com precisão, ou tão antigos que a própria memória do curso já lhes desconhece as origens - a representatividade e a liderança são inexistentes no Centro Acadêmico de História.

Apontar responsáveis, a esta altura do campeonato, é inútil: este é um problema muito antigo e não é um luxo do corpo discente do Curso de História da UFRN. O longo dos ultimos dois anos, após inumeráveis contatos com ativos estudantes de outros cursos, alguns dos membros desta chapa chegarama conclusão de que este é um mau momento para o movimento estudantil e que, embora esta seja uma realidade trágica, muitos ainda tentam manter viva uma das mais antigas tradições acadêmicas: a insatisfação do estudante diante de sua eterna busca por melhorias.

Hoje em dia, porém, não basta apenas representar e liderar. É preciso grande empreendedorismo nos pensamentos e ações de um Centro Acadêmico para que as antigas e novas necessidades dos estudantes possam ser satisfeitas à contento. O momento, portanto, exige uma nova tomada de postura, contudo, diante do presente quadro em que se encontra o Centro Acadêmico de História, é preciso bem mais do que uma nova tomada de postura: é preciso uma verdadeira revolução!!!

sexta-feira, 7 de março de 2008

APRESENTAÇÃO

Saudações, car@ companheir@ de estudo e ofício.

Mais um ano, mais uma eleição de Centro Acadêmico.

Calma, espere um pouco! Respire profundamente. Deixe o velho ar sair e permita que um novo fôlego possa preencher seus pulmões. Observe atentamente: há algo diferente, algo que vale a pena ser visto e experimentado...

Não seria de bom tom aproveitar o momento para falar das gestões anteriores. Proceder deste modo, utilizando de um gesto exaustivamente utilizado por quem tanto criticamos, durante as “eleições”, seria um mau começo. Vamos, pois, agradecer o que foi feito e, sem mais delongas, vamos virar esta página de nossa história. Há, porém, uma nova página, em branco, esperando pelo que nela será escrito. É, pois, sobre o que será escrito nesta nova página da História do C.A. de História que estamos aqui, agora.

Os tempos presentes apresentam uma peculiaridade unida: rápidas e intensas mudanças em curtos períodos de tempo. O que era novidade ontem, já não é mais hoje. Tudo muda rapidamente; tudo se torna obsoleto rapidamente. Mas não é somente no universo das ciências e das tecnologias que isto se procede, no universo jurídico também. Toda organização, seja ela de que natureza for, seja para qual fins se disponha, sempre que sua organização for prevista e determinada por regimentos, convenções, estatutos etc, revisões periódicas são necessárias, para que a solução dos novos problemas, não previstos na criação de tais documentos, possam ser apontadas; situações antes imprevistas, quando se tornam uma realidade, precisam ser abordadas e trabalhadas para o bem da coletividade que se beneficia a ordem trazida pelos documentos que lhe regem. A revisão, então, torna-se uma grande necessidade...

Para que o C.A. de História possa desempenhar o papel que lhe era destinado, será preciso uma modificação drástica e severa em seus meios e fins. Para tanto, foram apontados cinco “pilares” de sustentação, os quais se caracterizarão pela natureza das atividades a que se destinam. Deste modo, não haverá apenas um bom desempenho das atividades, mas será possível certa independência das diretorias, ao mesmo tempo em que não se perde o controle das mesmas e aumenta-se a articulação e a flexibilidade do Centro Acadêmico como um todo, favorecendo enormemente todo e qualquer projeto que venha a surgir entre - e para - os discentes.

Fora dos cinco pilares, temos as três funções básicas que constituem o organismo do Centro Acadêmico, que são:

1º) PRESIDÊNCIA

2º) SECRETARIA

3º) TESOURARIA

O primeiro pilar tem como característica principal englobar as diretorias de atividades de natureza mais diretamente relacionada ao próprio discente, enquanto pessoa física, dotado de particulares que merecem maior atenção. Neste pilar se encontram as seguintes diretorias:

4º) DIRETORIA DE CULTURA

5º) DIRETORIA DE ESPORTES

O segundo pilar tem como característica principal englobar as diretorias de atividades de natureza mais diretamente relacionadas aos processos que culminarão nas mais diversas atividades a serem realizadas dentro e fora do universo acadêmico, servindo como órgãos sensoriais do Centro Acadêmico. Neste pilar se encontram as seguintes diretorias:

6º) DIRETORIA DE ARTICULAÇÃO ENTRE CURSOS

7º) DIRETORIA DE EVENTOS

O segundo pilar tem como característica principal englobar as diretorias de atividades de natureza mais diretamente relacionada ao desenvolvimento da natureza acadêmica do curso, possibilitando o pleno desenvolver das faculdades inerentes a cada tipo de graduação existente, sendo este pilar a “voz” do Corpo Discente do Curso de História. Neste pilar se encontram as seguintes diretorias:

8º) DIRETORIA DE ESTUDOS & PESQUISAS

9º) DIRETORIA DE IMPRENSA

O segundo pilar tem como característica principal englobar as diretorias de atividades de natureza mais diretamente relacionada aos aspectos mais delicados dentre as funções próprias de um Centro Acadêmico, principalmente a dos meios legais e, em especial – e com maior ênfase -, sobre o bem estar do próprio aluno. Neste pilar se encontram as seguintes diretorias:

10º) DIRETORIA DE APOIO AO DISCENTE

11º) DIRETORIA JURÍDICA

No quinto pilar não se encontra uma diretoria propriamente dita, contudo, como parte integrante fundamental do bom planejamento e desenvolvimento de toda e qualquer atividade, será por meio deste pilar que as várias diretorias, cada qual representada por um membro especialmente destacado para compô-la, atuará na obtenção do que for necessário durante o desenvolvimento do que venha a ser proposto. Neste pilar encontra-se:

12º) LOGISTICA