Desde julho do ano passado, 2007, alguns alunos desta chapa de Centro Acadêmico estiveram - e ainda estão - envolvidos com ações, eventos, atividades e projetos de extensão promovidos por outros Centros de Ciências, como o das ciências médicas e biológicas e o das ciências sociais aplicadas.
Após diversos contatos com várias entidades estudantis organizadas, os membros desta chapa perceberam o quanto a dedicação e a união pode fazer a diferença na promoção de um determinado curso. Percebemos, também, que há um problema comum que afeta a todos os estudantes da universidade: a falta de apoio dos centros e, consecutivamente, da própria UFRN, bem como a falta de contato e apoio entre os próprios discentes. Mais do que isto: a falta de contato, gerada por um crescente e inconsciente isolacionismo, têm afetado de forma negativa o progresso de todo e qualquer projeto elaborado pelos estudantes que, preocupados com seu papel dentro da Academia e dentro da Sociedade, buscam meios de aplicarem, em nome de um benefício coletivo, os conhecimentos conquistados no decorrer de sua formação. Outra constatação foi a de que, mesmo em cursos conceituados como Medicina e Odontologia, o número de alunos participantes de projetos de extensão é reduzido, e que a carência de apoio das outras ciências faz cair na mesmice todo e qualquer tentativa de inovação.
Desde o semestre passado alguns alunos do curso de História tiveram positivas participações em projetos realizados por cursos como os da área de saúde - VER/SUS. Tão positivas foram as participação que, mesmo hoje, em vésperas da realização de um congresso nacional sobre saúde pública, as lideranças estudantis dos cursos de biomédicas cobram a participação de estudantes de história, detentores do conhecimento específico da saúde dentro de perspectivas de culturas e tempos diferentes do nosso.
As oportunidades não param de surgir diante daqueles que se dispõem a pensar e trabalhar em benefício próprio.
Com o curso de Letras e de Comunicação Social há a possibilidade de realizar dois projetos distintos. Com Letras, há a possibilidade de implantar, em escolas municipais e estaduais, um projeto que estimula a leitura crítica - histórica e literária - de livros considerados obras primas da humanidade. Com o curso de Comunicação Social, em especial os com habilitação em Jornalismo, há a possibilidade de estarmos trabalhando com os estudantes secundaristas a implantação de um jornal escolar nestas mesmas instituições - estaduais e municipais (e, por quê não, nas particulares também?).
Dentro da aplicação prática do conhecimento científico, um grupo organizado de estudantes poderá, por exemplo, criar laços de mutua aliança entre alunos do mestrado e, junto destes, e de professores voluntários e alunos e professores de outros cursos e instituições, fazer por este Estado o que ainda não foi feito: um sistemático trabalho de resgate cultural, patrimonial e histórico. Trabalho para ser feito há, e muito. Muitos são os professores que fazem alertas sobre esta necessidade como, por exemplo, fazer um levantamento sobre as imagens sacras das igrejas deste Estado. As possibilidades que se descortinam são infinitas...
Cada diretório conta com uma gama de propostas, algumas engatilhadas, outras ainda em fase de formação, mas todas carentes de apoio e participação do Corpo Discente do Curso de História da UFRN.
Os alunos interessados poderão obter as informações necessárias para o devido esclarecimento com o diretor de cada diretório. As equipes já estão sendo formadas e os trabalhos já começam a ganhar corpo. Todas as propostas existentes serão publicadas e o andamento delas, bem como o de todo e qualquer outro projeto, oriundo das diretorias ou de alunos de dentro do corpo discente, serão discutidas em reuniões periódicas a serem agendadas.
"Sozinhos podemos chegar rápido, mas juntos, podemos chegar longe!" - Bill Clinton, ex-presidente norte americano.
Após diversos contatos com várias entidades estudantis organizadas, os membros desta chapa perceberam o quanto a dedicação e a união pode fazer a diferença na promoção de um determinado curso. Percebemos, também, que há um problema comum que afeta a todos os estudantes da universidade: a falta de apoio dos centros e, consecutivamente, da própria UFRN, bem como a falta de contato e apoio entre os próprios discentes. Mais do que isto: a falta de contato, gerada por um crescente e inconsciente isolacionismo, têm afetado de forma negativa o progresso de todo e qualquer projeto elaborado pelos estudantes que, preocupados com seu papel dentro da Academia e dentro da Sociedade, buscam meios de aplicarem, em nome de um benefício coletivo, os conhecimentos conquistados no decorrer de sua formação. Outra constatação foi a de que, mesmo em cursos conceituados como Medicina e Odontologia, o número de alunos participantes de projetos de extensão é reduzido, e que a carência de apoio das outras ciências faz cair na mesmice todo e qualquer tentativa de inovação.
Desde o semestre passado alguns alunos do curso de História tiveram positivas participações em projetos realizados por cursos como os da área de saúde - VER/SUS. Tão positivas foram as participação que, mesmo hoje, em vésperas da realização de um congresso nacional sobre saúde pública, as lideranças estudantis dos cursos de biomédicas cobram a participação de estudantes de história, detentores do conhecimento específico da saúde dentro de perspectivas de culturas e tempos diferentes do nosso.
As oportunidades não param de surgir diante daqueles que se dispõem a pensar e trabalhar em benefício próprio.
Com o curso de Letras e de Comunicação Social há a possibilidade de realizar dois projetos distintos. Com Letras, há a possibilidade de implantar, em escolas municipais e estaduais, um projeto que estimula a leitura crítica - histórica e literária - de livros considerados obras primas da humanidade. Com o curso de Comunicação Social, em especial os com habilitação em Jornalismo, há a possibilidade de estarmos trabalhando com os estudantes secundaristas a implantação de um jornal escolar nestas mesmas instituições - estaduais e municipais (e, por quê não, nas particulares também?).
Dentro da aplicação prática do conhecimento científico, um grupo organizado de estudantes poderá, por exemplo, criar laços de mutua aliança entre alunos do mestrado e, junto destes, e de professores voluntários e alunos e professores de outros cursos e instituições, fazer por este Estado o que ainda não foi feito: um sistemático trabalho de resgate cultural, patrimonial e histórico. Trabalho para ser feito há, e muito. Muitos são os professores que fazem alertas sobre esta necessidade como, por exemplo, fazer um levantamento sobre as imagens sacras das igrejas deste Estado. As possibilidades que se descortinam são infinitas...
Cada diretório conta com uma gama de propostas, algumas engatilhadas, outras ainda em fase de formação, mas todas carentes de apoio e participação do Corpo Discente do Curso de História da UFRN.
Os alunos interessados poderão obter as informações necessárias para o devido esclarecimento com o diretor de cada diretório. As equipes já estão sendo formadas e os trabalhos já começam a ganhar corpo. Todas as propostas existentes serão publicadas e o andamento delas, bem como o de todo e qualquer outro projeto, oriundo das diretorias ou de alunos de dentro do corpo discente, serão discutidas em reuniões periódicas a serem agendadas.
"Sozinhos podemos chegar rápido, mas juntos, podemos chegar longe!" - Bill Clinton, ex-presidente norte americano.
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