quinta-feira, 13 de março de 2008

AS MOTIVAÇÕES

Antes de falarmos das propostas propriamente ditas, um questionamento precisa ser feito: o que é um Centro Acadêmico?

"Um centro acadêmico no Brasil é uma entidade estudantil que representa, normalmente, os estudantes de um curso de nível superior, podendo representar estudantes de diversos cursos de uma mesma faculdade. Suas funções podem ser e em geral são diversas. Algumas delas são: a organização de atividades acadêmicas extra-curriculares como debates, discussões, palestras, semanas temáticas, recepção de calouros e realização de projetos de extensão; encaminhamento, mobilização e organização de reivindicações e ações políticas dos estudantes; mediação de negociações e conflitos individuais e coletivos entre estudantes e a faculdade; realização de atividades culturais como festas, feira de livros, festivais diversos, entre outros." - Wikipédia (acessado em 13/03/2008).

Um C.A. é a voz ativa e participativa de um corpo discente de um determinado curso em uma determinada instituição. Em nosso caso, trata-se do Curso de História da UFRN. Pelo C.A. o aluno se faz representar e atua positivamente junto aos demais componentes da universidade - corpo docente, funcionário e corpo discente de outros cursos. Mas não apenas representar, mas também organizar e estruturar as atividades que se destinam e/ou se relacionam a estes alunos. O C.A. é, ao mesmo tempo que um representante, também uma liderança.

Representar e Liderar, esta é a função de um Centro Acadêmico.


Nos ultimos anos, por fatores inúmeros - muitos deles ainda nebulosos demais para serem apontados com precisão, ou tão antigos que a própria memória do curso já lhes desconhece as origens - a representatividade e a liderança são inexistentes no Centro Acadêmico de História.

Apontar responsáveis, a esta altura do campeonato, é inútil: este é um problema muito antigo e não é um luxo do corpo discente do Curso de História da UFRN. O longo dos ultimos dois anos, após inumeráveis contatos com ativos estudantes de outros cursos, alguns dos membros desta chapa chegarama conclusão de que este é um mau momento para o movimento estudantil e que, embora esta seja uma realidade trágica, muitos ainda tentam manter viva uma das mais antigas tradições acadêmicas: a insatisfação do estudante diante de sua eterna busca por melhorias.

Hoje em dia, porém, não basta apenas representar e liderar. É preciso grande empreendedorismo nos pensamentos e ações de um Centro Acadêmico para que as antigas e novas necessidades dos estudantes possam ser satisfeitas à contento. O momento, portanto, exige uma nova tomada de postura, contudo, diante do presente quadro em que se encontra o Centro Acadêmico de História, é preciso bem mais do que uma nova tomada de postura: é preciso uma verdadeira revolução!!!

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