quinta-feira, 13 de março de 2008

AS PROPOSTAS

Divididas segundo sua natureza, existem três tipos de proposta apresentadas por esta chapa:

> As que se referem à organização estrutura do próprio Centro Acadêmico.
> As que se referem ao Corpo Discente do Curso de História da UFRN.
> As que se referem à obtenção e aplicação do conhecimento científico da História.


SOBRE AS PROPOSTAS REFERENTES AO CENTRO ACADÊMICO
Para que o Centro Acadêmico de História possa melhor desempenhar o papel a que se destina, é preciso modificar, de maneira quantitativa e qualitativa toda a sua estrutura, desde sua estrutura até a finalidade de suas partes componentes. Um esboço de parte destas mudanças foi traçado quando foram apontadas as cinco "Colunas". Cada diretório - acessado pelo hiperlink ao lado - irá apresentar, detalhadamente, seus objetivos e metas já previstos. Contudo, isto não é tudo.

A maior mudança está na possibilidade de cada aluno, independente do seu nível de "graduação" - calouro ou veteraníssimo - participar da elaboração e realização dos projetos de cada diretoria. Em outras palavras, o universitário, identificando-se com tal ou qual diretório, poderá se voluntariar para fazer parte integrante de sua equipe e, com isso, trabalhar para melhorar não só a seu curso, mas também a si próprio.


SOBRE AS PROPOSTAS REFERENTES AO CORPO DISCENTE DO CURSO DE HISTÓRIA
Neste ínterim, outra grande mudança será realizada: a promoção de intercambio de conhecimentos e de auxílio mutuo entre diferentes áreas do conhecimento dentro e fora da História.
Este é o momento da interdisciplinaridade e, aliando forças com outros Centros Acadêmicos, o C.A. de História poderá ampliar suas margens de ação, bem como poderá possibilitar, ao seu corpo discente, uma maior gama de possibilidades, até então ignoradas. A História, enquanto ciência, toca diversas outras, enriquecendo-as e enriquecendo a si mesma neste processo. É, pois, pensando em potencializar esta possibilidade de enriquecimento, ainda dentro da universidade, que esta chapa buscou estabelecer contato com alunos integrantes de diversos outros cursos e áreas do conhecimento humano, sejam estes oriundos de ciências humanas, exatas, sociais aplicadas, biológicas ou médicas, entre outras.

Além destas "mudanças", também se faz necessário despertar, no íntimo do Historiador Universitário, o ímpeto de defender seus próprios interesses dentro de seu ofício, seja ele dentro da licenciatura ou dentro do bacharelado. O mercado de trabalho não surge por si próprio, a seu bel prazer. É preciso que as oportunidades sejam criadas e, sem a ação objetiva e efetiva dos historiadores, o mercado de trabalho - que pode oferecer uma infinidade de possibilidades - não será tão recompensador quanto deveria e/ou poderia ser. Para que a profissão historiador possa estar em destaque, seus agentes, os historiadores, devem entrar em destaque primeiro e, para isso, há uma série de projetos e ações que poderão alavancar o progresso e o sucesso daqueles que fazem a Ciência da História.


SOBRE AS PROPOSTAS REFERENTES À OBTENÇÃO E APLICAÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO DA HISTÓRIA
Uma modificação urgente está diretamente ligada à própria mentalidade do universitário, principalmente no que se refere ao modo de obter e aplicar o conhecimento científico.
Qualquer pessoa poderá observar, se olhar atentamente, que o corpo discente do curso de História é composto por pessoas de incontáveis faixas etárias, etnias, crenças, situações financeiras, estados civis etc. Mais da metade já faz parte do mercado de trabalho da cidade do Natal. Boa parte já possui sua própria família e outro, de igual forma, já iniciam a sua própria. Muitos, ainda dentro da universidade, já se preparam para trabalhar, outros, se preparam para a aposentadoria. Encontramos, pois uma miríade de pessoas, cada qual com uma história própria e praticamente todas elas vivendo uma vida plena de atividades. Embora existam aqueles que ainda não se perceberam dentro desta realidade, mas o fato é que praticamente todos já sabem, ou já ouviram dizer, que não são mais crianças.
Senhores de suas próprias vontades, a maior parte do corpo discente do curso de História possui competência mais do que suficiente para poder brilhar com o conhecimento que já conquistou. Compreendemos que, a cada semestre, um leque de disciplinas é ofertado ao aluno e, sendo aprovado, este já se encontra "habilitado" a manifestar seu conhecimento sobre tais conquistas. A partir do terceiro período da licenciatura, o aluno poderá dar aulas como professor estagiário. De igual forma, neste mesmo momento, os alunos do bacharelado já podem pleitear estágios em determinadas instituições. Se, para tanto, o aluno é capaz de exercer as mais primordiais atividades previstas dentro de sua graduação, o que o impede de ir mais adiante? O que o impede de buscar mais e mais? O que o impede de tentar crescer?
É, pois, pela busca destas novas possibilidades, destas novas oportunidades, que esta chapa esteve trabalhando, nos últimos meses. O resultado final é uma serie de planos e projetos que, patrocinados e organizados pelas nossas diretorias, favorecerão ao corpo discente do Curso de História da UFRN uma maior, melhor e mais proveitosa aplicação de seus conhecimentos merecidamente conquistados.


Informações mais detalhadas sobre estes projetos e planos serão encontrados nos blogs das respectivas diretorias. Visite-as...

AS MOTIVAÇÕES

Antes de falarmos das propostas propriamente ditas, um questionamento precisa ser feito: o que é um Centro Acadêmico?

"Um centro acadêmico no Brasil é uma entidade estudantil que representa, normalmente, os estudantes de um curso de nível superior, podendo representar estudantes de diversos cursos de uma mesma faculdade. Suas funções podem ser e em geral são diversas. Algumas delas são: a organização de atividades acadêmicas extra-curriculares como debates, discussões, palestras, semanas temáticas, recepção de calouros e realização de projetos de extensão; encaminhamento, mobilização e organização de reivindicações e ações políticas dos estudantes; mediação de negociações e conflitos individuais e coletivos entre estudantes e a faculdade; realização de atividades culturais como festas, feira de livros, festivais diversos, entre outros." - Wikipédia (acessado em 13/03/2008).

Um C.A. é a voz ativa e participativa de um corpo discente de um determinado curso em uma determinada instituição. Em nosso caso, trata-se do Curso de História da UFRN. Pelo C.A. o aluno se faz representar e atua positivamente junto aos demais componentes da universidade - corpo docente, funcionário e corpo discente de outros cursos. Mas não apenas representar, mas também organizar e estruturar as atividades que se destinam e/ou se relacionam a estes alunos. O C.A. é, ao mesmo tempo que um representante, também uma liderança.

Representar e Liderar, esta é a função de um Centro Acadêmico.


Nos ultimos anos, por fatores inúmeros - muitos deles ainda nebulosos demais para serem apontados com precisão, ou tão antigos que a própria memória do curso já lhes desconhece as origens - a representatividade e a liderança são inexistentes no Centro Acadêmico de História.

Apontar responsáveis, a esta altura do campeonato, é inútil: este é um problema muito antigo e não é um luxo do corpo discente do Curso de História da UFRN. O longo dos ultimos dois anos, após inumeráveis contatos com ativos estudantes de outros cursos, alguns dos membros desta chapa chegarama conclusão de que este é um mau momento para o movimento estudantil e que, embora esta seja uma realidade trágica, muitos ainda tentam manter viva uma das mais antigas tradições acadêmicas: a insatisfação do estudante diante de sua eterna busca por melhorias.

Hoje em dia, porém, não basta apenas representar e liderar. É preciso grande empreendedorismo nos pensamentos e ações de um Centro Acadêmico para que as antigas e novas necessidades dos estudantes possam ser satisfeitas à contento. O momento, portanto, exige uma nova tomada de postura, contudo, diante do presente quadro em que se encontra o Centro Acadêmico de História, é preciso bem mais do que uma nova tomada de postura: é preciso uma verdadeira revolução!!!

sexta-feira, 7 de março de 2008

APRESENTAÇÃO

Saudações, car@ companheir@ de estudo e ofício.

Mais um ano, mais uma eleição de Centro Acadêmico.

Calma, espere um pouco! Respire profundamente. Deixe o velho ar sair e permita que um novo fôlego possa preencher seus pulmões. Observe atentamente: há algo diferente, algo que vale a pena ser visto e experimentado...

Não seria de bom tom aproveitar o momento para falar das gestões anteriores. Proceder deste modo, utilizando de um gesto exaustivamente utilizado por quem tanto criticamos, durante as “eleições”, seria um mau começo. Vamos, pois, agradecer o que foi feito e, sem mais delongas, vamos virar esta página de nossa história. Há, porém, uma nova página, em branco, esperando pelo que nela será escrito. É, pois, sobre o que será escrito nesta nova página da História do C.A. de História que estamos aqui, agora.

Os tempos presentes apresentam uma peculiaridade unida: rápidas e intensas mudanças em curtos períodos de tempo. O que era novidade ontem, já não é mais hoje. Tudo muda rapidamente; tudo se torna obsoleto rapidamente. Mas não é somente no universo das ciências e das tecnologias que isto se procede, no universo jurídico também. Toda organização, seja ela de que natureza for, seja para qual fins se disponha, sempre que sua organização for prevista e determinada por regimentos, convenções, estatutos etc, revisões periódicas são necessárias, para que a solução dos novos problemas, não previstos na criação de tais documentos, possam ser apontadas; situações antes imprevistas, quando se tornam uma realidade, precisam ser abordadas e trabalhadas para o bem da coletividade que se beneficia a ordem trazida pelos documentos que lhe regem. A revisão, então, torna-se uma grande necessidade...

Para que o C.A. de História possa desempenhar o papel que lhe era destinado, será preciso uma modificação drástica e severa em seus meios e fins. Para tanto, foram apontados cinco “pilares” de sustentação, os quais se caracterizarão pela natureza das atividades a que se destinam. Deste modo, não haverá apenas um bom desempenho das atividades, mas será possível certa independência das diretorias, ao mesmo tempo em que não se perde o controle das mesmas e aumenta-se a articulação e a flexibilidade do Centro Acadêmico como um todo, favorecendo enormemente todo e qualquer projeto que venha a surgir entre - e para - os discentes.

Fora dos cinco pilares, temos as três funções básicas que constituem o organismo do Centro Acadêmico, que são:

1º) PRESIDÊNCIA

2º) SECRETARIA

3º) TESOURARIA

O primeiro pilar tem como característica principal englobar as diretorias de atividades de natureza mais diretamente relacionada ao próprio discente, enquanto pessoa física, dotado de particulares que merecem maior atenção. Neste pilar se encontram as seguintes diretorias:

4º) DIRETORIA DE CULTURA

5º) DIRETORIA DE ESPORTES

O segundo pilar tem como característica principal englobar as diretorias de atividades de natureza mais diretamente relacionadas aos processos que culminarão nas mais diversas atividades a serem realizadas dentro e fora do universo acadêmico, servindo como órgãos sensoriais do Centro Acadêmico. Neste pilar se encontram as seguintes diretorias:

6º) DIRETORIA DE ARTICULAÇÃO ENTRE CURSOS

7º) DIRETORIA DE EVENTOS

O segundo pilar tem como característica principal englobar as diretorias de atividades de natureza mais diretamente relacionada ao desenvolvimento da natureza acadêmica do curso, possibilitando o pleno desenvolver das faculdades inerentes a cada tipo de graduação existente, sendo este pilar a “voz” do Corpo Discente do Curso de História. Neste pilar se encontram as seguintes diretorias:

8º) DIRETORIA DE ESTUDOS & PESQUISAS

9º) DIRETORIA DE IMPRENSA

O segundo pilar tem como característica principal englobar as diretorias de atividades de natureza mais diretamente relacionada aos aspectos mais delicados dentre as funções próprias de um Centro Acadêmico, principalmente a dos meios legais e, em especial – e com maior ênfase -, sobre o bem estar do próprio aluno. Neste pilar se encontram as seguintes diretorias:

10º) DIRETORIA DE APOIO AO DISCENTE

11º) DIRETORIA JURÍDICA

No quinto pilar não se encontra uma diretoria propriamente dita, contudo, como parte integrante fundamental do bom planejamento e desenvolvimento de toda e qualquer atividade, será por meio deste pilar que as várias diretorias, cada qual representada por um membro especialmente destacado para compô-la, atuará na obtenção do que for necessário durante o desenvolvimento do que venha a ser proposto. Neste pilar encontra-se:

12º) LOGISTICA