quinta-feira, 28 de agosto de 2008

MOBILIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA - conclusão

O universo acadêmico que é a UFRN - ou de qualquer outra universidade, pública ou particular - está longe de ser perfeito. À medida que progredimos, vamos nos deparando com novos problemas, os quais vão exigir nossos esforços e mobilizações para solucioná-los. Assim é a própria trajetória humana.
Fora da universidade, mas ligada à ciência que cada departamento/curso toma para sí, existem dezenas, senão centenas de coisas que exigem maior ou menor atenção da comunidade acadêmica. Mas, dentro dela - da universidade - também existem coisas que exigem igual atenção desta mesma comunidade. A biblioteca central é uma destas coisas.
A comunidade acadêmica do curso de história está sendo enormemente prejudicada pelo que se encontra, atualmente, na BCZM: um corredor escuro, um ambiente quente e uma organização inexistente. Estes problemas se arrastam por meses, senão anos, e nada muda esta situação lastimável.
O Centro Acadêmico de História enviou, á administração da BCZM, um ofício exigindo a tomada de uma atitude. Como resposta - e uma resposta demorada -, fomos convidados à uma reunião com a diretoria e, posteriormente (e coloque posteriormente nisso), o ofício fora respondido por escrito, conforme diz o protocolo público. O documento-resposta, bastante volumoso, não presta qualquer solução ao problema existente, contudo, salvo as questões burocráticas que já a muito estão em andamento, um problema sempre salta aos olhos desta administração. Um problema que é denunciado não apenas pala presente administração da BCZM, mas também pelo próprio Departamento de História, pelo próprio CCHLA e, de igual forma, pelos colegiados da UFRN: o corpo discente é omisso, acomodado e passivo.
Diante de um problema, o aluno, encontrando-se prejudicado e mesmo estando coberto de razão, nada faz. Agüenta suas angustias calado, ou pior, quando fala, o faz apenas para amigos. Nenhuma reclamação formal é feita. Nenhuma crítica institucional é gerada e, justamente por isto, os "agressores" e/ou infratores das normas da UFRN permanecem impunes, gozando de sua empáfia, como se nada os pudesse atingir.
O estudante, por seu turno, joga a culpa no medo de represárias.
Medo? Tal medo só existe por que os que violam os direitos alheios o fazem por possuírem a total certeza de que nada nem ninguém, "abaixo" deles, fará algo a respeito. Se não há denúncia, não há investigação e, não havendo investigação, não há punição. Quanto maior for o número de reclamações oficiais e críticas institucionais, menor será a impunidade destes que fazem, do espaço público que é a universidade, o seu feudo particular.
As regras são claras e não podem ser violadas. Quando as regras não são perfeitas, ou são incompletas, mobilizações devem (e podem) ser feitas exigindo a modificação ou correção do que precisa ser melhorado. Isto é um direito inalienável do cidadão: o direito de exigir o melhor para a coletividade. Mas se diante dos problemas todos se calam, então se faz valer o dito popular: "quem cala consente!"
SE VOCÊ SE SENTE PREJUDICADO, POR QUEM QUER QUE SEJA, DE QUE MODO SEJA, PROCURE SEUS DIREITO!!!
FAÇA UMA RECLAMAÇÃO OFICIAL. FAÇA POR ESCRITO, PESSOALMENTE, OU POR MEIO DE UM ORGÃO DE REPRESENTAÇÃO, COMO UM CENTRO ACADÊMICO, COMO UMA CHEFIA DE CENTRO OU UMA DIRETORIA DE DEPARTAMENTO.
ALÉM DESTES, HÁ A OUVIDORIA!!!
ALÉM DESTE, HÁ O MINISTÉRIO PÚBLICO!!!
Não se cale.
Reclame! Lute! Mas faça isto do jeito certo.
Sobre a biblioteca:
Quanto maior for o número de reclamações oficiais junto á instituição e à administração da universidade, maior será a força de nossa reivindicação e maior ainda será a possibilidade destes problemas serem resolvidos, e rapidamente.
Não seja conivente com o que está errado.
Saiba quais são seus direitos e como fazer para garantir a integridade deles.
Não sofra calado, sozinho, por algo que, juntos, podemos resolver...

MOBILIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA - continuação

Sobre o IHGRN.
Tal instituto é um órgão público que está aos cuidados da administração pública, quer seja federal ou estadual. Embora tenha vínculos com a UFRN, principalmente com o CCHLA - em especial com os cursos de história e geografia -, não há qualquer relação administrativa entre estas partes. Supor, ou exigir, que a universidade ou qualquer outra agência ou instituição assuma a responsabilidade do IHGRN é desconsiderar, ou mesmo ignorar, que tal instituição tem sua própria administração, que também recebe recursos da união e que, além de tudo isto, tem um grupo de associados e "convidados" que lhe gerem e regulam em suas ações.
Abandono? Com certeza há. E certamente não podemos - e nem devemos - ficar de braços cruzados. Mas o que fazer? Com certeza não é qualquer tipo de ação que vai gerar benefícios à instituição em questão. Mais do que isto: parece que, nos últimos tempos, a única coisa que vem à cabeça da mobilização estudantil, mesmo a universitária, é o protesto, o piquete, o ato de repúdio. Trabalhar, voluntariamente, em nome da Cultura, e por amor ao patrimônio (seja ele qual for) parece não fazer parte das inspirações e motivações dos que se reúnem em protesto, exigindo melhores ações "do governo" e tudo mais.
A pergunta que me faço é: Será que somente os "outros" possuem responsabilidades, deveres e obrigações? Será que somente "o governo" é quem deve assumir o papel de preservar, produzir e perpetuar os bens de nossa cultura? Será que é tão somente este "outro alguém", sujeito oculto que está sempre presente nos discursos inflamados dos que sobem aos palanques dos protestos e reivindicações, quem tem que fazer o que precisa e deve ser feito?
Dizemos: "alguém precisa fazer", "alguém tem que fazer", como se nós mesmos não pudéssemos fazer a mesma coisa. Podemos e devemos!!! A questão é: como???
Quem se interessar em fazer algo, e fugir do discurso vazio dos que a tudo criticam - por esporte e/ou por lazer - sem nada fazer, então eis as possibilidades:
1º) Muitos professores do Departamento de História e do Departamento de Geografia possuem Grupos de Estudo que estão em contato íntimo e direto com o IHGRN. Estão sempre em contato com os arquivos, hora fazendo pesquisas, hora fazendo a manutenção, hora fazendo a restauração. Todos estes Grupos de Estudo possuem bolsistas responsáveis, contudo, há sempre espaço para o voluntariado. Todos eles são carentes de voluntariado, para que este trabalho possa seguir adiante, mais rápido, mais firme e mais longe.
2º) Mesmo que o estudante voluntário não ganhe $$$ por seu trabalho, uma vez que não é bolsista, ainda assim ele ganhará benefícios, tais como:
a) "pagamento" das 200 horas exigidas pelo novo currículo;
b) incrementação do próprio currículo, contabilizando a experiência adquirida durante o período em que esteve trabalhando como voluntário;
c) acúmulo de conhecimento teórico e prático que não se tem em sala de aula, e que só surge quando se depara com a situação real da prática real.
Estes são alguns benefícios, existem outros.
Não é somente no IHGRN que existe a oportunidade de se trabalhar como voluntário, existem outros Grupos de Estudo que trabalham com diferentes temáticas e técnicas de produção de conhecimento. Basta apenas querer e se informar à respeito.
PROCURE O DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA E SAIBA QUAIS GRUPOS DE ESTUDO EXISTEM E COMO VOCÊ PODE PARTICIPAR COMO VOLUNTÁRIO.
Este é, também, um meio e um modo de ser CIDADÃO, de ser ATUANTE dentro do que deveria ser o Movimento Estudantil.

MOBILIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA - início

Saudações a todos, caros amigos e colegas de curso.
Gostaria de conversar um assunto sério com todos.
Nesses dias eu fui abordado por uma amiga e colega de curso. Ela me pediu para dar uma olhada na comunidade "UFRN - História 2008" e ler a postagem sobre o IHGRN. Ato contíguo, pediu-me que, na qualidade de presidente do Centro Acadêmico de História, fizesse algo a respeito.
Fiz o que me foi pedido. Entrei na comunidade e lí o que fora postado. Ví, com crescente contentamento, a mobilização que se formava ao redor da causa IHGRN. De fato, estamos precisando de mais mobilização estudantil, menos politicagem e maiores e mais constantes iniciativas de nosso corpo discente. Mas será que só isto basta?
Na posição em que me encontro, não posso me dar ao luxo de falar o que quiser e bem entender sem antes conhecer, o mínimo possível, sobre o que pretendo criticar. Fiz uma pesquisa sobre o IHGRN, suas relações com o Curso de História da UFRN e demais setores públicos. Conversei com outros estudantes, os quais são atuantes junto ao referido instituto e coletei o máximo de informações possíveis dentro do prazo que tive - 04 dias. Paralelo a esta pesquisa, chegou-me informações sobre o estudante que iniciou a mobilização, suas motivações, etc. Havendo, portanto, informações suficientes para dar uma resposta "responsável", em nome de um Centro Acadêmico, procurei novamente o tópico da mobilização. Qual não foi a minha surpreza ao encontrar apenas os comentários dos visitantes do tópico e uma "despedida" de quem o criou. Suas outras falas estavam deletadas. O motivo disto eu desconheço, e a esta altura não me importa (uma vez que só possuo as informações que me foram passadas por terceiros, e que no momento não devem servir de base para qualquer tipo de julgamento - assim diz o bom senso).
O que ví, nesta noite, e que me deixou refletindo durante boa parte da madrugada, é o reflexo de comportamentos negativos que estão se tornando cada vez mais comuns entre os universitários: o comodismo hipócrita e a mobilização demagógica.
É muito fácil e cômodo o estudante sentar a bunda numa cadeira e ficar arrotando críticas à tal ou qual gestão de tal ou qual centro acadêmico. Levantar para trabalhar é que é difícil: nunca dá tempo, nunca há condições "favoráveis" para auxiliar. Participar é uma realidade surreal e muitos jogam nas costas de poucos o dever e a responsabilidade de responder por suas deficientes vontades. Deficiente sim, pois se baseia na falta de responsabilidade, na falta de deveres e na falta de discernimento.
Pior do que não fazer, é estragar a oportunidade de outros fazerem. Este tipo de crítica mina a vontade de participar que surge em outros. As vezes há a vontade de realizar algo, mas a coragem é tão pouca que acaba por esvair-se como tênue vapor. Os poucos com vontade e coragem férrea, e que iniciam este tipo de ação, levando-a adiante, se deparam com toda sorte de dificuldades e críticas, muitas delas injustas e/ou baseadas em inverdades.
Quando uma pessoa inicia este tipo de movimento, sem sentir a real necessidade de efetuar a transformação proposta, tira a força de quem quer fazer, pois assim este ultimo é colocado, junto com o primeiro, no saco dos que "só sabem falar".
Quantas e quantas pessoas já desistiram de se envolver em mobilizações por estarem descrentes com este tipo de luta? O problema é das lutas? Não! O problema é dos que lutam, aliás, é da motivação dos que lutam - que na realidade não lutam, mas "arrebanham" gente para lutar em seu nome, e em seu lugar. Estes que lutam sem saber os motivos e as motivações de tal luta são, hoje em dia, conhecidos como "massa de manobra".
Gostaria, pois, de chamar a atenção destes dois tipos de estudantes de nosso curso e corpo discente:
Aos acomodados arrotadores de críticas destrutivas: você já fez alguma coisa? Você já se inteirou sobre o que está sendo feito? Como está sendo feito? Onde está sendo feito? Em suma: suas críticas possuem consistência e firmeza?
Aos nobres, mas inocentes, entusiastas das lutas universitárias: você sabe bem em que tipo de luta está engajando? Você sabe bem qual o real quadro da situação que envolve sua luta? Você já procurou saber o que se oculta além da superfície do que está se metendo?
O Movimento Estudantil Universitário não pode, de forma alguma, ser irresponsável. Na menor das possibilidades, somos formadores de opiniões, somos exemplos sociais, pois estamos em um nível de conhecimento muito maior do que a maioria das pessoas quem constituem nossa nação e, é claro, acabamos por ocupar posição de liderança. Isto é, per si, uma responsabilidade muito grande. E o que está sendo feito com tanto "conhecimento"? Até o momento, pouca coisa (boa)...
Esta conversa não é sobre o "C.A. de História". Não é sobre "A Ordem de Prometheu". Não é sobre o "Curso de História". É tão simplesmente sobre RESPONSABILIDADE. É sobre ÉTICA. É sobre COMPROMISSO. É sobre CARÁTER!
Se, depois de tudo isto, ainda existir alguém que queira se colocar no trono real dos que a tudo criticam sem nada fazer - e sempre existirá este tipo de "gente", então é a estes que me dirigo agora:
POR FAVOR, NÃO ESTRAGUEM A OPORTUNIDADE DOS QUE QUEREM RELMENTE OPERAR UMA MUDANÇA POSITIVA NESTA SOCIEDADE.
Já é dificil fazer alguma coisa boa sem ajuda. Pior ainda é ter que fazer o mesmo tipo de ação com tantos entraves desnecessários.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

ATA NÃO OFICIAL DA ÚLTIMA PLENÁRIA

Caros estudantes, está postado abaixo a ata da última plenária do DEH, segundo observações feitas pelo secretário do Centro Acadêmico do curso de História (A ORDEM DE PROMETHEU).
OBS: A ata oficial, redigida pelo próprio secretário da plenária será apreciada para aprovação na próxima plenária.
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Pauta-síntese
Plenária do DEH
Data: 13 de agosto de 2008
Início: 14:20
Final: 18:03

► Informes

· Uma vaga para professor efetivo para disciplinas relacionadas a Brasil Império e Colônia proporcionada graças à adesão ao REUNI;
· Foi mencionada a possível aposentadoria de Zoroastro;
· Mencionado o problema a ser discutido sobre a transferência do Núcleo da Seca para o espaço físico do LARQ; Maria Emília disse que não permitirá que os artefatos saiam do LARQ se não tiverem um local para ir;
· Foi justificada a saída do professor substituto Rodrigo; com a chegada de Henrique Alonso, um dos cinco substitutos deveria sair, e foi constatado certa “indisciplina” e abaixo assinado dos estudantes contra o professor citado, o que foi decisivo para a escolha;
· O DEH não se manifestará a respeito da “carta de repúdio” fixada no corredor do bloco A do setor II, visto que não está assinada. O Centro Acadêmico apoiou a decisão, negando qualquer envolvimento em tal acontecimento;
· Sobre critérios de seleção de bolsista de apoio técnico para o Núcleo de Estudos Históricos, Arqueológicos e Documentais (NEHAD), o coordenador pedagógico do curso preferiu não escolher bolsistas do curso, trazendo um estudante de outro departamento, decisão que pertence ao coordenador;
· Para solicitação da sala C-5, fazê-lo com antecedência; o professor Almir Bueno sugeriu que só se pudesse fazer reserva com até um mês de antecedência, para evitar um semestre todo já marcado, prejudicando assim, professores que querem utilizar a sala, mas que a mesma já estaria marcada há tempos;
· O professor Zoroastro propôs cortinas para as salas de aula que já dispõem de data-show e retro-projetores, para que as mesmas pudessem ser utilizadas durante o matutino, eliminando assim o problema de luminosidade nas salas, seriam então, três salas que poderiam servir de suporte para aulas com vídeos, slides e transparências; o professor recebeu resposta do CCHLA que não tinha previsão para tal, o que fez o professor cogitar utilizar-se de seus próprios recursos financeiros para tal;
· Devido principalmente ao acidente ocorrido com um estudante de Geologia em uma aula de campo no Cabugi, onde o mesmo chegou a falecer, e cumprindo a resolução número 108/2008, agora o professor e os estudantes devem assinar um termo de responsabilidade para ir às aulas de campo (incluindo estágios); para conseguir diárias e ônibus para viagens,o termo também deverá ser cumprido;
· ENADE: ocorrerá em 09 de novembro para alunos do último ano e do primeiro, o cadastro é até o final do mês corrente;
· As aulas, no período do Encontro Internacional de História Colonial (16 a 19 de setembro), serão paralisadas;
· O NEHAD contribuirá na organização do museu localizado em Ceará-Mirim, que foi cedido da posse de Geraldo Melo ao Ministério Público e a Fundação José Augusto; acontece que o museu logo foi saqueado e agora uma família mora no local, e por causa deles, os saques diminuíram;

►Sobre a Pauta

1º O colegiado indicaria professores para orientação acadêmica com mandato de dois anos, sendo possível a prorrogação;
Não poderia ter menos de 20 orientandos, nem mais de 60;
Impasses:
· Cada professor trabalharia com a capacidade máxima;
· Como dividir os orientandos;
· Quanto aos professores que podem se afastar no período das orientações;
· Aumento progressivo dos alunos ingressantes;
· Os professores de farmácia passam duas horas por dia atendendo seus orientandos, porém o curso só tem uma entrada e um turno;
Foi proposto que essa discussão fosse adiada para o Colegiado em reunião extraordinária;
Uma comissão foi formada com: Aurinete, Renato e Margarida;

2º Critério para definição de docentes de disciplinas “problemáticas”:
· Professores concursados para a cadeira;
· Rodízio de professores nas disciplinas;
Proposto reuniões especialmente para essa discussão.

3º Comissão formada: Maria Emília, Raimundo Nonato, Durval, Almir, Renato e Possamai (suplente);

4º Falta um vice-coordenador. Ninguém se propôs. A decisão ficará para a próxima plenária. Se não aparecer candidato até lá, foi proposto que Aurinete seja a coordenadora e Almir o vice.

5º A chefia do departamento enviará por e-mail o rascunho das áreas que precisam de professores, o proposto inicialmente foi:

RN
AMÉRICA
ECONOMIA GERAL
ANTIGA I E MEDIEVAL I
MEMÓRIA E PATRIMÔNIO

Professores substitutos entrarão apenas em casos de afastamento do efetivo;
Houve grande discussão acerca da área necessária para se conseguir uma vaga de professor efetivo, que pode vir a ser proporcionada pelo CPDI;

Os itens 6º, 7º, 8º e 10º ficaram para outra reunião por falta de tempo;

9º Aprovado.

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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

REUNIÃO ORDINÁRIA DO DEH

Boa Tarde senhores e senhoras estudantes do curso de História.

Informamos que no próximo dia 13 de agosto de 2008 (Quarta-feira), às 14:00 horas na sala C-5 do Setor de aulas II, ocorrerá a reunião ordinária programada para o mês corrente.
Vale ressaltar a importância da presença do corpo discente na reunião. Todos têm direito a voz, e dois votos, representados por membros do Centro Acadêmico de História.

Segue abaixo o e-mail na íntegra, recebido pelo Centro Acadêmico com a convocação para a reunião.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

Convocação

De ordem da Chefe do Departamento de História, Profª. Maria EmíliaMonteiro Porto, convocamos Vossa Senhoria a participar da reunião ordinária, com a Chefia do Departamento, a realizar-se:
Dia: 13/08/2008 (Quarta-feira)
Horário: 14 h
Local: Sala C-5 – Setor II

PAUTA:
1. Orientação Acadêmica;
2. Critérios para definição dos professores nas disciplinas do DEH;
3. Formação de Comissão para elaboração do Plano Trienal 2010-2012;
4. Reforma do Projeto Político Pedagógico do DEH;
5. Vacância de cargos administrativos do Departamento;
6. Projeto para Solicitação de vagas para Professor efetivo;
7. Solicitação de disciplina História da Cultura para Curso deDesign DA;
8. Proposta do Centro Acadêmico, referendada pelo Prof. Luiz Eduardo Suassuna de homenagem ao Prof. Clyde Smith dando seu nome ao Auditório do Curso de História(sala C-5) ou ao NEH;
9. Apresentação de Plano de Ação do NEHAD por Raimundo Nonato;
10. Afastamento da servidora Evanucia para Treinamento em Restauração no Arquivo Nacional do RJ;
11. Apresentação de projeto Memorial do Livro Didático de Nonato e Margarida.

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Contamos com a presença dos estudantes.

Atenciosamente,

Centro Acadêmico de História
A ORDEM DE PROMETHEU